O grupo parlamentar do PSD-M, sempre que é contrariado por qualquer órgão superior da República, corre a ameaçar com a bandeira do separatismo e da independência.Logo que o Tribunal Constitucional rejeitou o pedido, feito pela Madeira, de inconstitucionalidade do OE para 2007, foi alvo de ataques dos senhores do PSD-M, acusando o Tribunal de andar a fazer repressão contra a Madeira.
O mais relevante, todavia, foi a declaração política, acerca desta matéria, do porta-voz de uma iniciativa do grupo parlamentar do PSD-M, num dos concelhos da Região.
Como foram proferidas durante uma iniciativa política do grupo parlamentar, essas declarações vinculam o PSD-M. Isto é, representam a opinião dos deputados do PSD-M e do seu partido.
Ora, o deputado Gabriel Drumond, na qualidade de porta-voz, voltou a dizer: "Eu pergunto o que é que querem de nós? Eles que tomem cuidado com o que andam a fazer, porque a paciência tem limites". E diz mais: "Quem declara a independência é o povo da Madeira, mas não tenho dúvidas que um dia isso vai acontecer".
Então, há ou não há uma estratégia interna do PSD-M para criar as bases para a independência?
Há ou não há uma estratégia da ameaça constante contra a República e os madeirenses?
Há ou não há uma estratégia da ameaça constante contra a República e os madeirenses?
Há ou não há uma estratégia de implantar o sentimento do medo entre os próprios madeirenses?
Gostava de ouvir as justificações dos principais dirigentes do PSD-M, dos mesmos que se opuseram, em tempos, às palavras de independência e que no dia seguinte escolheram para porta-voz "o ponta de lança" desta teoria separatista.








A nova Lei das Finanças Locais permite às Câmaras abdicarem até 5% do IRS a que têm direito, em prol dos munícipes.
Estes senhores do PSD-M, que não aceitam ficar dependurados sem um tachinho qualquer para se entreterem, só limpam a areia dos olhos e falam da realidade e da verdade madeirense quando são afastados dos seus cargos. 




O curioso é que foi da palavra alfabeto que se formou o vocábulo que nomeia aquele que não sabe ler nem escrever, o analfabeto.




