





Na Madeira, os parques empresariais estão vazios. Só passados 4 anos da sua conclusão, a empresa que gere (?) estas infra-estruturas lembrou-se de pedir às Câmaras uma declaração de interesse municipal com o objectivo de os isentar de taxas. 

O sr. Jordi Pujol, ex presidente da Catalunha, com quem o dr. Alberto João Jardim quer aprender muito, segundo disse, durante a conferência organizada pelo BANIF, criticou o dr. Alberto João Jardim e o seu governo. Considerou um erro político o modelo de desenvolvimento imposto pelo PSD-M aos madeirenses.
O Diário de Notícias informou e o meu amigo Carlos Pereira reagiu no seu blogue, Apontamentos Sem Nome, e muito bem, afirmando que havia bronca na ACIF com a demissão, ou ameaça de demissão, do presidente, Francisco Santos.
Está na Madeira Jordi Pujol que foi presidente da Região Autónoma da Catalunha durante 23 anos. Vem à região para proferir uma conferência sobre economia a convite do BANIF. 
Os Presidentes de Câmara da Madeira, todos do PSD, estão desesperados. Geriram mal os seus orçamentos, esbanjaram os recursos, desperdiçaram os apoios de milhões que receberam e agora estão com problemas graves.
Não têm formação, nem perfil, nem sensibilidade para as questões relacionadas com o poder local? Não sabem estudar soluções para os problemas? Será que só sabem fazer o que os irmãos Rómulo e Remo estão a fazer à loba capitolina?
Segundo me contaram, ontem, mais uma vez, o PSD-M, através do seu presidente do grupo parlamentar, utilizou os argumentos da ofensa pessoal, da linguagem baixa e sem nível, para atacar os deputados do PS-M. O presidente da Assembleia, com medo de não voltar a ser eleito, subserviente, não actuou, aliás, como tem feito sempre.
Discordo da decisão do primeiro-ministro em não referendar o Tratado de Lisboa. Em meu entender, trata-se de um erro estratégico, ainda mais quando a vitória do sim estava praticamente garantida.
Como o PS e o PSD apoiam o Tratado de Lisboa, como já afirmei, a vitória do sim no referendo estava garantida. Assim, os partidos da esquerda, BE e PCP, ficariam isolados nas suas opções anti-europeístas. Quanto ao CDS, ainda não percebi se votariam sim ou não no referendo.
Apesar de compreender os argumentos apresentados pelo primeiro-ministro e pelo Presidente da República, considero que Portugal só teria a ganhar se fizesse o referendo.
Os presidentes de junta de freguesia da Madeira e do Continente estão revoltados pelo facto da proposta de alteração da lei eleitoral dos órgãos das autarquias locais retirar-lhes a possibilidade de votarem as opções do Plano e do Orçamento das Câmaras, bem como as respectivas revisões.
Novamente o Jornal da Madeira.
Os presidentes das empresas públicas da Madeira recebem, em média, um salário de 5.055 euros mensais, entre o ordenado e despesas de representação.
No ano em que o concelho do Funchal comemora 500 anos, os funchalenses recebem como presente do Governo Regional a destruição da única pista de atletismo existente no Concelho.
O Jornal da Madeira, com 76 anos de existência, passa a ser distribuído gratuitamente a partir de hoje, 2 de Janeiro.
Afinal não é só o PS-Madeira que entrega ao Procurador-Geral da República documentos a denunciar irregularidades graves na Região Autónoma da Madeira.
O novo ano de 2008 depende de nós, neste momento, é uma janela aberta ao nosso querer e às nossas vontades fortes, tal como sugere o belíssímo quadro de Salvador Dali. Por isso, evitemos desiludi-lo.
Há algum tempo atrás, foi lançado um desafio a várias figuras públicas da Região com o objectivo de angariar fundos para comprar brinquedos de Natal às cerca de 400 crianças que se encontram em diversas instituições sociais e que não passariam o Natal com as famílias.
Ao desfilar com apoiantes pela capital paquistanesa, duas explosões ocorreram no meio da multidão, perto dos carros da sua comitiva, matando pelo menos 140 pessoas e ferindo mais de 200. A ex-primeira-ministra, entretanto, não foi atingida.
(Informações retiradas de alguns jornais e da Wikipédia).
A tradição da Árvore de Natal tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal.
A primeira referência a uma “Árvore de Natal” surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central, há notícias de árvores de Natal na Lituânia em 1510.
O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.

Ao contrário do que muita gente pensa, a imagem do Pai Natal vestido de vermelho e com barba branca não é da autoria da marca de refrigerantes Coca-Cola. É certo que, durante muito tempo, o Pai Natal foi desenhado vestido com uma grande variedade de cores e era representado a fumar um cachimbo de barro ou a beber vinho.

A personagem do Pai Natal baseia-se em São Nicolau.
Nicolau nascera entre o séc. III e o IV, não se sabe ao certo, entre os anos 270 e 250 d.C., em Lycia, na Ásia Menor.
Milhares de milagres foram creditados como cedo sua obra, actualmente S. Nicolau é um dos Santos mais populares entre os cristãos e milhares de igrejas por toda a Europa receberam o seu nome (só em Roma existem 60 igrejas com o seu nome, na Inglaterra são mais de 400).A sua fama vem-lhe da sua generosidade com os mais desfavorecidos, em particular crianças que protegia com toda a dedicação.
Os marinheiros, escravos e presos diziam-se protegidos pelo santo, isto porque, São Nicolau, esteve preso no reinado de Diocleciano, durante a perseguição aos cristãos, ficando encarcerado por muito tempo. Mas mais tarde Constantino, O Grande, ordenou a libertação de vários presos religiosos entre os quais se encontrava Nicolau.
As lendas e histórias que se associam à vida deste homem são muitas, mas todas se prendem com a sua bondade e protecção dos mais desprotegidos. Assim, há uma lenda que diz que Nicolau ressuscitou três crianças, convertendo-as em fiéis dedicados e seguidores.
Com o passar dos anos e com as ajudas que dava a todos os que o rodeavam, principalmente crianças sem protecção e abandonadas, São Nicolau ficou para a história como um homem bom e generoso.
Nuns locais, dizia-se que se deslocava num trenó puxado por oito renas, noutros a figura do velhinho de longas barbas brancas aparecia num burrinho, trazendo um saco cheio de presentes. Mais tarde a lenda e as palavras do povo acreditavam que este santo homem descia pelas chaminés das casas, de noite, para deixar os seus presentes, nas meias e sapatinhos das crianças (principalmente na Suécia e Nortuega).
Os feirantes estão zangados com o horário de funcionamento da Feira do Marítimo, fixado entre as 12h e a meia noite. Dizem que estão a ter apenas prejuízos e que não têm possibilidades de recuperar os gastos. 
O Marítimo tem um complexo desportivo, em Santo António, onde o erário público investiu milhões de euros.
Ouvi na RTP-M o presidente do Nacional dizer que o erário público entregou 22 milhões de euros para pagar o Estádio do Nacional. Porto Moniz - 4.055 €
Santana - 11.697 €
S. Vicente - 8.717 €
Calheta - 15.559 €
Ponta do sol - 10.630 €
Ribeira Brava - 16.975 €
Machico - 30.737 €
Santa Cruz - 48.122 €
Câmara de Lobos - 41.551 €
Funchal - 220.373 €
Porto Santo - 12.323 €
Ontem, nas notícias da RTP-M, assisti a um episódio hilariante, mas triste, protagonizado por um deputado do PSD-M.
Manuel Alegre, deputado do PS, votou ao lado da oposição e de uma forma diferente do seu partido. 

Protecção a alguns lóbis do ramo? Outros interesses menos visíveis? Não sei!
O que é evidente é que nós, os consumidores, sairíamos beneficiados com a concorrência destes supermercados na Madeira. Mas pelos vistos "outros valores mais altos se alevantam" !!