domingo, 20 de junho de 2010

SARAMAGO

"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa somos nós"

in: Ensaio sobre a cegueira

sábado, 19 de junho de 2010

José Saramago, Prémio Nobel da Literatura 1998

Morreu o escritor que inventou Blimunda.
Foi serralheiro e funcionário público. Comunista. Amado e detestado. Começou a viver da escrita passava dos 50 anos. Conheceu Pilar já sexagenário. Recebeu o Nobel da Literatura – o único dado à língua portuguesa – aos 76 anos. Partiu ontem. Sem “nenhuma esperança”. De “mão dada” com a criança que foi numa aldeia do Ribatejo.

GILBERTO TEIXEIRA QUER NUNO TEIXEIRA a suceder a ALBUQUERQUE?

Gilberto Teixeira, o cronista do regime jardinista, que é pago pelos contribuintes para escrever, no Jornal da Madeira, a liturgia do chefe, nos últimos tempos, alegadamente a mando do VICE, tem publicado uns textos a criticar a Câmara Municipal do Funchal.
Já se fala na praça e no interior da Câmara que o sr. Gilberto Teixeira já está a preparar o terreno para levar o seu filho, o Nuno Teixeira, para a presidência da Câmara Municipal do Funchal.
Não nos podemos esquecer de que o dr. Nuno Teixeira, antes de ir para a Europa, trabalhava para o dr. Cunha e Silva.
A guerra para a sucessão da capital já começou, pelo que se tem visto, a passagem de testemunho do dr. Albuquerque para o dr. Bruno Pereira não será pacífica. A guerra dos delfins está no seu auge e o sr. Gilberto quer o seu filho na Câmara!

CONSULTAS - MADEIRENSES ESPERAM 150 DIAS POR UMA CONSULTA

150 dias é o tempo médio que os madeirenses esperam por uma consulta de especialidade no Hospital Central do Funchal. O tempo é superior ao registado nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Segundo o Relatório de 2010 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), apresentado no passado dia 16, o tempo médio de resposta dos hospitais do SNS no ano passado foi de 110,2 dias.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

13 mil recebem ajuda para os medicamentos

A Segurança Social madeirense apoia, neste momento, 12.939 pessoas (cerca de 5% da população madeirense) na compra de medicamento, o que equivale a uma despesa de cerca de 420 mil euros. Em 2008, foram 11.342, entre pessoas portadoras de doenças crónicas e idosos sem condições financeiras suficientes.
A presidente do conselho de administração do Centro Regional de Segurança Social da Madeira, Bernardete Vieira, realça que o Governo Regional dá bastante importância àquele item. Isto apesar de ser uma medida que passa ao lado de muita gente.
«Mas, gastamos muito nisso. Uma pessoa que tenha uma doença e que não tenha dinheiro para adquirir os medicamentos pode vir aqui abrir o processo. Os reformados também, desde que não tenham condições financeiras para comprá-los», explicou a governante.
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=17&id=155027&sdata=2010-06-18

-
Excelente trabalho, sem dúvida, mas não nos podemos esquecer de que as verbas vêm todas, até ao último cêntimo, do Orçamento de Estado, são transferidas pelo Governo da República do PS para a Segurança Social na Madeira.
Não sai um cêntimo do Orçamento do Governo Regional da Madeira. Se os mais necessitados estivessem à espera do Orçamento Regional ainda estariam à espera!

VEJAM outro comentário em
:

http://comqueentao.blogspot.com/2010/06/o-jornal-da-propaganda.html

Morreu José Saramago

O escritor português e Prémio Nobel da Literatura em 1998 José Saramago morreu hoje aos 87 anos em Lanzarote.
O autor português encontrava-se doente em estado "estacionário", mas a situação agravou-se, explicou ao PÚBLICO o seu editor, Zeferino Coelho. Os detalhes sobre as cerimónias fúnebres do escritor ainda não são conhecidos.
A Fundação José Saramago confirmou em comunicado que o escritor morreu às 12h30 na sua residência de Lanzarote "em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença. O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila".
Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, na Golegã, a 16 de Novembro de 1922, e apesar da mudança com a família para Lisboa, com apenas dois anos, o local de nascimento seria uma marca constante ao longo da sua vida, como referiria em 1998, aos 76 anos, no discurso perante a Academia Sueca pela atribuição do Nobel da Literatura.
Em 1939 termina o estudos de Serralharia Mecânica e emprega-se nas oficinas do Hospital Civil de Lisboa. A paixão pela literatura é alimentada de forma autodidacta, nas noites passadas nas Bibliotecas do Palácio das Galveias.
A primeira obra publicada, “Terras do Pecado”, surge em 1947. O título original, “Viúva”, foi alterado por imposição do editor da Minerva, que o considerava pouco comercial, e essa é uma das razões pela qual Saramago resistia a incluí-lo na sua bibliografia.

http://www.publico.clix.pt/Cultura/morreu-jose-saramago_1442478

Cântico Negro

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom se eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui"!
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
(...)
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
(...)
-
José Régio

quinta-feira, 17 de junho de 2010

COMO SE FAZ POLÍTICA : PS-MADEIRA, um partido com propostas alternativas credíveis.

PS-M prepara programa a ano e meio das eleições. As próximas eleições regionais só deverão realizar-se em Outubro do próximo ano mas já há alguns meses que os socialistas madeirenses iniciaram a elaboração do seu programa eleitoral.
Um programa de governo que pretende ser o mais completo possível e envolve dezenas de pessoas, entre dirigentes do PS-M e elementos da sociedade civil, especialistas em áreas que constarão da propostas que os socialistas madeirenses pretendem apresentar ao eleitorado.
Segundo o DIÁRIO apurou, neste trabalho estarão envolvidos elementos que nunca participaram em iniciativas partidárias. Algum secretismo em relação aos nomes deste 'governo sombra' que Jacinto Serrão decidiu criar, poderá ser justificado pela necessidade de evitar pressões exteriores.

-
LER MAIS EM:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/193613/politica/206027-ps-m-prepara-programa-a-ano-e-meio-das-eleicoes

Jacinto Serrão, Presidente do PS Madeira, defende um Plano de Acção de combate à crise económica e à exclusão social

O PS-Madeira quer que o Orçamento Rectificativo seja “uma grande oportunidade” para o Governo Regional dar um sinal de apoio aos cidadãos e às empresas mais afectadas pela crise.
Em declarações aos jornalistas, após a reunião da Comissão Política, o Presidente dos socialistas, Jacinto Serrão, frisou que a aprovação de um orçamento rectificativo na ALM deve ultrapassar a mera consagração da Lei de Meios e ir mais longe, dando um sinal de esperança e um apoio efectivo às pessoas. O Presidente do Partido instou o GR a utilizar todos os instrumentos ao seu dispor para minimizar os impactos da crise na vida dos empresários e cidadãos da RAM.
“O GR deve aproveitar o debate ir o mais longe possível nesta questão, criando um plano de acção no combate à crise económica e à exclusão social”, sustentou o líder socialista. Nesse sentido o PS-Madeira antecipou-se e deu a conhecer as linhas gerais de um conjunto de propostas que tenciona levar à discussão no parlamento.
A elaboração de um pacote compensatório, dirigido às famílias mais afectadas pelas restrições sociais, a criação de um programa de combate à pobreza e à exclusão, a concessão de incentivos fiscais às empresas, destinadas a alavancar o crescimento económico, e uma investida de fundo no combate ao despesismo da Administração Pública regional, através da fusão das sociedades de investimento e dos fundos autónomos são as linhas-mestras da proposta. Jacinto Serrão descreveu a iniciativa dos socialistas como ambiciosa, destinada “a apoiar as famílias, os desempregados e as empresas”.
A Comissão Política do PS-Madeira aprovou ainda, por unanimidade, três votos. Um de pesar por Maria Aurora, recentemente falecida, um outro de homenagem a Manuel Tito de Morais, fundador do Partido Socialista, pela passagem do centenário do seu nascimento, e um de congratulação pela candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.

TIROS NOS PÉS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


quarta-feira, 16 de junho de 2010

LEI DE MEIOS

Diário da República, 1.ª série — N.º 115 — 16 de Junho de 2010
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
-
Lei Orgânica n.º 2/2010 de 16 de Junho
Fixa os meios que asseguram o financiamento das iniciativas de apoio e reconstrução na Região Autónoma da Madeira na sequência da intempérie de Fevereiro de 2010.
-
O Governo comparticipa com um valor total de 740 milhões de euros, concretizado através de:
a) Transferências do Orçamento do Estado;
b) Reforço das verbas do Fundo de Coesão afectas à Região Autónoma da Madeira;
c) Linha de crédito junto do Banco Europeu de Investimentos (BEI);
d) Verbas do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).
http://dre.pt/pdf1sdip/2010/06/11500/0206402067.pdf
-
Como este governo regional do PSD-M não é de confiança, como não podemos deixar este governo regional, que não governa, a gastar os 740 milhões como bem entender, cabe agora ao partido socialista controlar, politicamente, a aplicação no terreno destas verbas.
A nossa responsabilidade é enorme e não abdicaremos desse direito de acompanhar os gastos dos 740 milhões.
Observaremos a reconstrução obra a obra, cêntimo a cêntimo. Temos de estar atentos, visitar o andamento das obras, ir ao encontro das populações que foram afectadas e conhecer a forma como o dinheiro está a ser investido.
Temos de saber se as casas afectadas estão a ser reconstruídas, se os meios disponibilizados pelo Governo da República estão a ser aplicados na reconstrução da nossa Madeira como tinha sido acordado entre os dois governos.
O PS-Madeira cumprirá o seu papel político de fiscalizar a aplicação destas verbas, 740 milhões, disponibilizadas pelo Governo da República.

MADEIRA - Há clubes com atrasos ao nível das subvenções públicos na ordem dos cinco anos

Representantes de clubes da Série Madeira e da I Divisão Regional estiveram ontem reunidos com o secretário regional da Educação e Cultura, Francisco Fernandes, e dois responsáveis do Conselho Directivo do IDRAM, Catanho José e Sílvio Costa, a quem manifestaram as preocupações que resultam dos atrasos nas subvenções públicas.
No final da reunião, Maurílio Caires, porta-voz do grupo de dirigentes, revelou-se satisfeito. "Há uma vontade e disponibilidade por parte da secretaria regional da Educação em resolver a situação de atraso financeiro em relação aos clubes", realçou, esperançado em relação ao futuro.

"Reacendeu-se a luz da esperança, porque foi-nos prometido que até ao final do mês vão-nos dar uma resposta mais conclusiva no que diz respeito à redução dos prazos de pagamento, daquilo que os clubes têm direito e está protocolado", revelou o presidente do Canicense, garantindo que há clubes com atrasos na ordem dos "quatro/cinco anos". "Mas há a vontade de que tudo isso se resolva, embora todos nós estejamos conscientes que atravessamos um momento crítico em termos económicos", revelou.
-
Apesar de discordar da política desportiva do PSD-M, não posso deixar de recriminar a atitude caloteira do governo do PSD-M. O governo regional do PSD-M é um caloteiro inqualificável! Tem dívidas aos clubes com 5 anos. Uma vergonha! E não podem falar de crise, porque há 5 anos não havia crise, havia milhões que foram desperdiçados em obras supérfluas. Prometeram, contratualizaram e depois não cumpriram.

FRANÇA com forte temporal


terça-feira, 15 de junho de 2010

Jardim não reduz salários de políticos na Madeira e mantém acumulação de reformas

A Madeira não vai reduzir em cinco por cento os salários dos seus governantes, deputados e gestores públicos, proposta do líder do PSD nacional nas negociações com o Governo sobre as medidas de austeridade já aprovadas. "Desagrade a quem desagradar", o presidente do Governo regional, Alberto João Jardim, declarou-se "contra a utilização dos salários dos políticos para medidas demagógicas, sem qualquer reflexo para a comunidade".
A outra proposta de Pedro Passos Coelho para criar um tecto máximo para as pensões na função pública e obrigar a optar ou pelo valor da pensão ou pela remuneração do cargo político, também não será aplicada na Madeira. Graças ao regime de excepção por si "blindado" no estatuto da região, Jardim vai continuar a acumular, na totalidade, a reforma da função pública com o vencimento de presidente do Governo regional.
-
Na Madeira, vivemos um regime de pensamento único. Aqui, controlam tudo e todos.
O PSD-M faz o que quer e o que entende, protegendo os seus benefícios pessoais. Torna-se inaceitável que o governo regional do PSD-M não aceite reduzir os custos com o Estado Regional.

SELECÇÃO NACIONAL


segunda-feira, 14 de junho de 2010

As prioridades do PSD-M!!!!!!

A Madeira atravessa uma grave crise económica e financeira, o desemprego continua a crescer, as falências acontecem todos os dias, os problemas sociais intensificam-se, mas, o que faz o governo regional do PSD-M?
Em vez de governar, em vez de apresentar políticas, propostas e ideias para solucionar os problemas concretos dos madeirenses, este governo PSD-M prefere gastar tempo e dinheiro a fazer um estudo sobre o "Deve e Haver das Finanças da Madeira entre os séculos XV e XXI".
Grande medida esta. Uma verdadeira prioridade.

Ronaldo promete explodir. Esperemos que sim.


domingo, 13 de junho de 2010

Tiziano Ferro - Imbranato

Fazer férias "cá dentro" ? COMO? E A QUE PREÇO?

Férias no Algarve podem sair mais caras do que ir às Caraíbas.
Fazer férias "cá dentro", como o Presidente da República pediu, pode ajudar a economia nacional, mas em alguns casos sai mais caro ao bolso dos portugueses, constatou a Lusa na pesquisa de pacotes de férias em várias agências de viagens.

Factos: Um olhar que pára a velocidade

Para além da cidade prevista e desenhada, há uma cidade que se olha com todos os sentidos e todas as artes. Como a poesia, as cidades e o território também se sobrevoam de afectos e de olhares que param a velocidade da geografia alterada.
(...)

"Não nos interessa, desde logo, o turismo, não nos interesse o espectáculo, não nos interessa o aparente. Interessa-nos os pequenos recantos da ilha, a forma de trabalhar o pavimento, onde se mistura a engenharia e a arte. Interessa-nos a autenticidade". Até porque o resto, desgraçadamente, é o que acontece em todos os locais turísticos. O que interessa é recuperar outros valores, e olhar com os olhos de muitos anos, para não perder esse olhar sensível à matéria, à tradição, aos sistemas construtivos de toda uma vida. E tudo isto deve ser feito de um ponto de vista contemporâneo. Arturo Franco diz que este olhar primordial nada tem que ver com classicismo, nem com a defesa de que tudo permaneça ancorado no tempo. O necessário é um certo respeito em relação ao passado, mas sempre com um olhar no futuro.
(...)
http://www.dnoticias.pt/impressa/revista/213246/213251-factos-um-olhar-que-para-a-velocidade