segunda-feira, 12 de julho de 2010

domingo, 11 de julho de 2010

ESPANHA VIVA ESPANHA


GANAR EL MUNDIAL SE PUEDE HACER REALIDAD HOY

Los 23 jugadores españoles que hoy por la noche se cambiarán en los vestuarios del Soccer City tienen la oportunidad de hacer su sueño realidad. Saben que tienen una cita con la historia. Su sueño de niños, el de verse un día siendo protagonistas a lo grande de un Mundial, está muy cerca. La gloria nos espera.

sábado, 10 de julho de 2010

570 fogos municipais por cada 100 mil

As câmaras municipais da Madeira não têm grandes responsabilidades na habitação social. Essa é a conclusão que se pode tirar do facto de apenas 0,4% dos edifícios de habitação social construídos em Portugal serem da responsabilidade dos municípios da Região, enquanto ao nível dos fogos sociais das autarquias representam 1,4% do total nacional, quando a população representa 2,4%.
De acordo com um estudo do INE, o parque de habitação social em 246 municípios é constituído por 22.156 edifício e 97 mil fogos.

Se considerarmos todos os fogos de habitação social existentes na Região, então teríamos dois dados muito curiosos: 2.037 fogos por cada 100 mil habitantes, o que permite concluir que 9% dos madeirenses vive numa casa construída por uma entidade pública.

Refira-se, a título de curiosidade, que a renda média dos fogos de arrendamento social da IHM situa-se nos 67 euros/mês.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/217904/economia/217984-570-fogos-municipais-por-cada-100-mil

Trindade interpelou o INATEL

O INATEL está apostado em aumentar o número de camas na Região. Essa é a conclusão que se pode tirar de uma reunião mantida entre o madeirense Bernardo Trindade - Secretário de Estado do Turismo - e Victor Ramalho, Presidente da Fundação Inatel.
O encontro resultou da preocupação manifestada pelo governante a propósito do encerramento do Centro de Férias do Inatel, no Santo da Serra, depois de cerca 22 anos de actividade.
Para além de garantir que a situação laboral dos 19 trabalhadores estava a ser acautelada, tal como o DIÁRIO noticiou, Victor Ramalho transmitiu a Bernardo Trindade o propósito do Inatel em assegurar o exercício da sua actividade na Região através da realização de uma parceria com uma unidade/grupo hoteleiro local até que operacionalize a aquisição de uma nova unidade hoteleira na Madeira.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/217904/economia/217985-trindade-interpelou-o-inatel

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Volta o fantasma do palácio

É um tema recorrente na agenda política, que o PSD volta a colocar na ordem do dia. Os social-democratas eleitos pela Madeira entregaram na Assembleia da República um projecto de resolução que recomenda ao Governo de Lisboa que desocupe e entregue à Região o Palácio de São Lourenço, a Fortaleza do Pico e dos imóveis anexos ao Farol de São Jorge.
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O PSD-M retoma a mesma estratégia de sempre. O PSD desenterra o machado do contencioso das autonomias. Como não sabe o que fazer para resolver a crise e as dificuldades económicas, financeiras e sociais dos madeirenses, volta a atirar pedras contra a república. O Governo Regional não toma medidas nem encontra soluções para ajudar os madeirenses.
Mas, já agora, o PSD deveria dizer para que é que quer o Palácio de São Lourenço e os outros imóveis.
Em vez de governar, o Governo Regional do PSD-M prefere brincar aos castelos e ao faz-de-conta. Esta forma de fazer política pode servir para ganhar eleições, no entanto, prejudica, e muito, os madeirenses.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Assembleia Legislativa da Madeira - despesas inúteis


A Assembleia Legislativa da Madeira paga, desde 2003, à SEP, Sociedade de Exploração de Parques de Estacionamento, 230,19 euros por mês, por cada um dos 52 lugares de estacionamento reservados para as viaturas dos senhores deputados e outros funcionários da Assembleia.
O que está em causa não é o estacionamento, o que considero exagerado, e até vergonhoso, é o preço praticado.
Não seria razoável renegociar o contrato e, deste modo, reduzir as despesas? Ou o apertar do cinto é só para o povo??
Cada viatura custa 230 euros por mês ao erário público??

quarta-feira, 7 de julho de 2010

VIVA ESPANHA!!


Dívida dos hospitais à indústria farmacêutica cresce em média 25 milhões de euros por mês

Associação da indústria farmacêutica ameaça cobrar juros aos hospitais com dívidas a mais de 90 dias. Ministério diz que prazo médio de pagamento desceu.
O Ministério da Saúde (MS) não quis esclarecer ontem como vai responder à ameaça feita pela Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma), que decidiu passar a cobrar juros de oito por cento por ano aos hospitais públicos que demorem mais de 90 dias a pagar a factura de medicamentos e meios de diagnóstico.
A dívida dos hospitais públicos à indústria farmacêutica está a crescer em média 25 milhões de euros por mês e ascendia em Maio a 851 milhões de euros, 551 milhões dos quais a mais de 90 dias, segundo adiantou a Apifarma.
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Uma situação gravíssima.
Na Madeira, a dívida às farmácias atinge também valores exorbitantes. O Governo Regional já deve cerca de 100 milhões de euros às farmácias e não se vislumbra qualquer solução para resolver o problema.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Soares pede "alma e debate interno" ao PS

O líder histórico do PS falou aos deputados socialistas e avisou que, para ultrapassar a crise, é necessário confiança e discussão interna.
"Não serão o défice , nem o endividamento externo, que nos irão atirar por terra", disse Mário Soares aos deputados do PS, reunidos, hoje, em jornadas parlamentares. A receita para ultrapassar a crise parece simples. "Confiança em nós próprios e no povo a que pertencemos todos" e "sentido crítico" podem, segundo o fundador do PS, fazer a diferença.
Foi com estas palavras que Mário Soares terminou o seu discurso, um texto lido para que "mais tarde o possam consultar", mas também para não dar azo a excessos de linguagem num momento que as dificuldades estão à vista. Os deputados socialistas ouviram o fundador do PS em silêncio reverencial, só interrompendo o antigo líder uma vez, precisamente quando Soares recordou o histórico lema: "quando mais a luta aquece, mais força tem o PS".
Ao seu melhor estilo, Mário Soares agradou tanto mais, quanto não poupou críticas a ninguém. As pequenas farpas que lançou foram distribuídas pelo interior e pelo exterior do Partido, mas também pelos líderes europeus e mundiais, pelos economistas, pela Comunicação Social e até pela Internacional Socialista - "apática", segundo Soares perante o cenário de crise generalizada.
Uma crise que, segundo Soares, é global e "desta vez, importada". Não foi criada por "atos governativos" falhados, isto é, leia-se, não é da responsabilidade de José Sócrates. Ao Governo português, aliás, até foram dirigidas palavras de cauteloso elogio. "O Governo português tem sido prudente e tem tido o bom senso - apesar das pressões internas e europeias - de alinhar com Espanha e, em conjunto, tem a coragem de bater o pé aos líderes europeus".
A União Europeia, atingida por "crises graves de liderança em todos os países" precisa mesmo de "um sobressalto de cidadania". Caso contrário, "corre-se o risco de desintegração da EU". O pai do "direito à indignação", expressão usada em pleno Governo de Cavaco em altura de forte contestação social, acha agora que o "sobressalto de cidadania" a nível europeu pode inverter o rumo de uma crise que "continua a agravar-se" e atinge os mais fracos.
Um sobressalto tanto mais necessário quanto as fracas lideranças não são capazes de encontrar um novo "modelo de desenvolvimento económico com princípios éticos, dimensão social e a preocupação de lutar contra o desemprego e a pobreza crescentes". A manutenção de um modelo "economicista, mais interessado pelo lucro do que pelas pessoas", incapaz de "mudanças" pode ser a condenação da Europa. "Passado o susto e depois dos Estados terem ajudado a salvar os bancos, não houve mais mudanças e os responsáveis ficaram todos impunes", disse Soares.
Os responsáveis políticos saem mal do quadro pintado por Soares. "Os Governos estão obcecados com a inflação, no momento em que o verdadeiro perigo está na deflação. Advogam o apertar do cinto - aos mais pobres, claro - quando o que falta é despesa pública para reduzir o desemprego e encorajar a economia".
Já mais próximo do país real, do Portugal governado por um partido socialista minoritário, Soares dirigiu o tiro para mais próximo. "Vivemos uma crise política, temos um Governo minoritário e, de momento, não se oferece nenhuma alternativa". A oposição "desgasta" a ação governativa, "a Comunicação Social não se ocupa de outra coisa que não a intriga política" e o "derrotismo permanente dos comentadores", tudo somado, "fazem estragos manifestos na opinião pública".
Ao PS compete enfrentar esta tarefa "que não é fácil", avisa Mário Soares. O líder apelou às estruturas partidárias para "insuflarem alma no partido e confiança em si mesmo". Quer mais "vida interna", mais debate interno. "Isto vai continuar e julgo que o PS não tem discutido internamente esta temática que é essencial ao nosso futuro", disse, concluindo com apelos à "confiança" para superar a crise.
Não há duvida de que apesar de estarmos no poder e porque atravessamos uma grave crise económica, financeira e social, o PS necessita de um amplo, profundo e sério debate interno sobre o presente e o futuro do país.

Assim sim...


PS apresenta 20 alterações ao Orçamento rectificativo

O PS concorda com a necessidade de haver um Orçamento rectificativo, mas discorda do documento que o Governo Regional vai apresentar à ALM, que os socialistas atribuem ao PSD. Por isso, fazem uma série de propostas de alteração, várias delas já apresentadas publicamente noutros momentos.
O grupo parlamentar do PS reconhece que o documento em análise permite integrar verbas com origem na Lei de Meios, mas, ao mesmo tempo, penaliza "os madeirenses com a aplicação estreita e incondicional de um pacote de medidas de austeridade (PEC), que deveria ter na Região um conjunto de instrumentos de minimização do seu efeito negativo".
É por isso que o documento, que fundamenta a apresentação das 20 propostas socialistas, afirma que "o PS dá com uma mão - são mais de 700 milhões de euros canalizados para a RAM - e o PSD retira com a outra".
Grupos de propostas
1 - Medidas fiscais de alcance social. Redução do IRS para taxa mínima, nos três primeiros escalões, e nos três seguintes para 22,5% face ao imposto pela República. Taxa extraordinária sobre o património mobiliário das concessões públicas e taxa sobre extracção de inertes, 50% do ISP, ambas para fins sociais.
2 - Medidas de promoção da economia. Operação portuária através da concessão de serviço público; limitação da oferta hoteleira; reforço da promoção turística; regularização de dívidas ao sector privado; criação de um fundo de recuperação de empresas de 5 milhões de euros.
3 - Medidas relativas a apoios sociais. Criação de um complemento ao subsídio de desemprego; instituição de um fundo de apoio à luta contra a pobreza de 7,5 milhões; transferência de 15 milhões para as câmaras de Santa Cruz, Funchal e Ribeira Brava, para habitação.
4 - Medidas de controlo do desperdício e da despesa. Redução obrigatória da despesa em 5%; Limitação das garantias (avales) a 50% da autorização do endividamento directo; ALM deve ser chamada a autorizar as garantias superiores a 15 milhões; imposição do endividamento zero das empresas públicas; introdução de limites a deslocações ao estrangeiro e às consultadorias externas; redução de apoios e subsídios em 25%; impossibilidade dos fundos autónomas aumentarem o endividamento líquido; fundir as sociedades de desenvolvimento.

domingo, 4 de julho de 2010

Salários sobem em quatro câmaras até ao final do ano

Os aumentos salariais para os funcionários públicos vão continuar, até ao final deste ano, nas câmaras da Madeira. A excepção pode ser o Porto Santo.
Apenas a autarquia porto-santense ainda não comunicou ao Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) se vai, ou não, proceder à alteração do posicionamento remuneratório pelo recurso à opção gestionária, um mecanismo previsto na lei que permite assegurar aumentos aos trabalhadores que não beneficiaram de promoções recentes ou que se encontrem há vários anos posicionados no mesmo escalão indiciário.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/216996/politica/217001-salarios-sobem-em-quatro-camaras-ate-ao-final-do-ano
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Concordo plenamente com estes aumentos. É uma forma de compensar estes trabalhadores que recebem salários baixos e que há imenso tempo esperam por uma mudança de escalão profissional. É uma reposição na carreira. Assim, melhoram o seu poder de compra, embora os valores desses aumentos sejam muito baixos.
Parabéns às Câmaras que estão a corrigir estas injustiças.

Presidente da CMF lembra que a Autonomia não pertence a ninguém

Porque a Autonomia não pertence a ninguém, Miguel Albuquerque defende que, para além da cerimónia solene, o Dia da Região deveria ser comemorado com uma grande festa popular que envolva o povo e identifique a juventude com as conquistas autonómicas.
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O dr. Albuquerque deveria utilizar a sua influência para tornar esta sua "farpa" numa realidade.
Não basta dizer que a Autonomia não pertence a ninguém e depois agir como se a autonomia fosse propriedade privada. Isto de tentar passar por democrata e respeitador dos direitos dos outros cai logo por terra logo que nos lembramos da sua forma de exercer o poder na CMF.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

HOLANDA - 2 BRASIL-1

Com um início de 2.ª parte fantástico, a HOLANDA deu a volta ao resultado. Sneijder, de cabeça, fez o 2-1, aos 63', depois de um autogolo de Felipe Melo, aos 53', ter empatado a partida.

Enfermeiros mais críticos que os médicos - Presidente da ordem dos médicos só lamenta saída de alguns clínicos experientes

O secretário regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, convocou para as 11h00 desta manhã uma conferência de imprensa para fazer o balanço de dois anos de mandato do actual conselho de administração do Serviço de Saúde da Madeira (SESARAM). É expectável que a avaliação do governante seja pouco coincidente com a dos profissionais de saúde, particularmente a dos enfermeiros, que traçam um quadro negro da actuação da equipa liderada por Almada Cardoso (presidente do conselho de administração) e Miguel Ferreira (director clínico).
O presidente do Sindicato dos Enfermeiros da Madeira, Juan Carvalho, considera que a necessidade que a Secretaria dos Assuntos Sociais e o SESARAM têm de convocar a comunicação social é já sinal "que reconhecem que as coisas não estão bem e que há muito para corrigir". "É uma conferência de imprensa para passar um pano sobre um conjunto de problemas que hoje afectam os profissionais do SESARAM", antevê o dirigente sindical.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Dia da Região e das Comunidades Madeirenses

O Dia da Região, nos tempos de hoje, desenha-se com contornos muito especiais, porque celebramos a afirmação do povo madeirense que, em situação de forte crise, não desiste de lutar pelo seu futuro nem deixa de olhar a sua bandeira portuguesa com enorme orgulho.
No dia 1 de Julho, celebramos, sem quaisquer complexos, a nossa história. Por um lado, a história de um povo que se enraizou na sua ILHA, sendo capaz de ultrapassar os obstáculos e, por outro, a história de um povo que se espalhou por esse mundo fora em busca de melhores condições de vida, embora sem esquecer a Ilha que os viu nascer nem nunca esconder a sua identidade de povo ilhéu.
O Dia da Região não é, por isso, apenas obra dos políticos, nem os políticos possuem o alvará exclusivo deste dia. É celebrado por todos os madeirenses residentes e por todos os nossos emigrantes que, noutros cantos do mundo, enaltecem a nossa Madeira, lembram os nossos costumes e promovem o nosso espírito madeirense.
Comemoramos o nosso futuro, lembrando o passado e vivendo o presente, cientes de que, com os nossos braços, seremos capazes de vencer mais esta situação de crise económica, financeira e social.
Não obstante, apesar do regime democrático em que vivemos, apesar da nossa autonomia, o dia da Madeira continua viciado pelos senhores do poder regional que insistem na atitude anti-democrática e anti-autonómica de se ouvirem, unicamente, a si próprios e de recusarem a ouvir os seus adversários políticos que também foram eleitos pelos madeirenses.