
domingo, 11 de julho de 2010
GANAR EL MUNDIAL SE PUEDE HACER REALIDAD HOY
Los 23 jugadores españoles que hoy por la noche se cambiarán en los vestuarios del Soccer City tienen la oportunidad de hacer su sueño realidad. Saben que tienen una cita con la historia. Su sueño de niños, el de verse un día siendo protagonistas a lo grande de un Mundial, está muy cerca. La gloria nos espera.sábado, 10 de julho de 2010
570 fogos municipais por cada 100 mil
As câmaras municipais da Madeira não têm grandes responsabilidades na habitação social. Essa é a conclusão que se pode tirar do facto de apenas 0,4% dos edifícios de habitação social construídos em Portugal serem da responsabilidade dos municípios da Região, enquanto ao nível dos fogos sociais das autarquias representam 1,4% do total nacional, quando a população representa 2,4%. De acordo com um estudo do INE, o parque de habitação social em 246 municípios é constituído por 22.156 edifício e 97 mil fogos.
Se considerarmos todos os fogos de habitação social existentes na Região, então teríamos dois dados muito curiosos: 2.037 fogos por cada 100 mil habitantes, o que permite concluir que 9% dos madeirenses vive numa casa construída por uma entidade pública.
Refira-se, a título de curiosidade, que a renda média dos fogos de arrendamento social da IHM situa-se nos 67 euros/mês.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/217904/economia/217984-570-fogos-municipais-por-cada-100-mil
Trindade interpelou o INATEL
O INATEL está apostado em aumentar o número de camas na Região. Essa é a conclusão que se pode tirar de uma reunião mantida entre o madeirense Bernardo Trindade - Secretário de Estado do Turismo - e Victor Ramalho, Presidente da Fundação Inatel.
O encontro resultou da preocupação manifestada pelo governante a propósito do encerramento do Centro de Férias do Inatel, no Santo da Serra, depois de cerca 22 anos de actividade.
Para além de garantir que a situação laboral dos 19 trabalhadores estava a ser acautelada, tal como o DIÁRIO noticiou, Victor Ramalho transmitiu a Bernardo Trindade o propósito do Inatel em assegurar o exercício da sua actividade na Região através da realização de uma parceria com uma unidade/grupo hoteleiro local até que operacionalize a aquisição de uma nova unidade hoteleira na Madeira.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/217904/economia/217985-trindade-interpelou-o-inatel
O encontro resultou da preocupação manifestada pelo governante a propósito do encerramento do Centro de Férias do Inatel, no Santo da Serra, depois de cerca 22 anos de actividade.
Para além de garantir que a situação laboral dos 19 trabalhadores estava a ser acautelada, tal como o DIÁRIO noticiou, Victor Ramalho transmitiu a Bernardo Trindade o propósito do Inatel em assegurar o exercício da sua actividade na Região através da realização de uma parceria com uma unidade/grupo hoteleiro local até que operacionalize a aquisição de uma nova unidade hoteleira na Madeira.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Volta o fantasma do palácio
É um tema recorrente na agenda política, que o PSD volta a colocar na ordem do dia. Os social-democratas eleitos pela Madeira entregaram na Assembleia da República um projecto de resolução que recomenda ao Governo de Lisboa que desocupe e entregue à Região o Palácio de São Lourenço, a Fortaleza do Pico e dos imóveis anexos ao Farol de São Jorge.-
O PSD-M retoma a mesma estratégia de sempre. O PSD desenterra o machado do contencioso das autonomias. Como não sabe o que fazer para resolver a crise e as dificuldades económicas, financeiras e sociais dos madeirenses, volta a atirar pedras contra a república. O Governo Regional não toma medidas nem encontra soluções para ajudar os madeirenses.
Mas, já agora, o PSD deveria dizer para que é que quer o Palácio de São Lourenço e os outros imóveis.
Em vez de governar, o Governo Regional do PSD-M prefere brincar aos castelos e ao faz-de-conta. Esta forma de fazer política pode servir para ganhar eleições, no entanto, prejudica, e muito, os madeirenses.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Assembleia Legislativa da Madeira - despesas inúteis

A Assembleia Legislativa da Madeira paga, desde 2003, à SEP, Sociedade de Exploração de Parques de Estacionamento, 230,19 euros por mês, por cada um dos 52 lugares de estacionamento reservados para as viaturas dos senhores deputados e outros funcionários da Assembleia.
O que está em causa não é o estacionamento, o que considero exagerado, e até vergonhoso, é o preço praticado.
Não seria razoável renegociar o contrato e, deste modo, reduzir as despesas? Ou o apertar do cinto é só para o povo??
Cada viatura custa 230 euros por mês ao erário público??
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Dívida dos hospitais à indústria farmacêutica cresce em média 25 milhões de euros por mês
Associação da indústria farmacêutica ameaça cobrar juros aos hospitais com dívidas a mais de 90 dias. Ministério diz que prazo médio de pagamento desceu.O Ministério da Saúde (MS) não quis esclarecer ontem como vai responder à ameaça feita pela Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma), que decidiu passar a cobrar juros de oito por cento por ano aos hospitais públicos que demorem mais de 90 dias a pagar a factura de medicamentos e meios de diagnóstico.
A dívida dos hospitais públicos à indústria farmacêutica está a crescer em média 25 milhões de euros por mês e ascendia em Maio a 851 milhões de euros, 551 milhões dos quais a mais de 90 dias, segundo adiantou a Apifarma.
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Uma situação gravíssima.
Na Madeira, a dívida às farmácias atinge também valores exorbitantes. O Governo Regional já deve cerca de 100 milhões de euros às farmácias e não se vislumbra qualquer solução para resolver o problema.
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Soares pede "alma e debate interno" ao PS
O líder histórico do PS falou aos deputados socialistas e avisou que, para ultrapassar a crise, é necessário confiança e discussão interna.
"Não serão o défice , nem o endividamento externo, que nos irão atirar por terra", disse Mário Soares aos deputados do PS, reunidos, hoje, em jornadas parlamentares. A receita para ultrapassar a crise parece simples. "Confiança em nós próprios e no povo a que pertencemos todos" e "sentido crítico" podem, segundo o fundador do PS, fazer a diferença.
Foi com estas palavras que Mário Soares terminou o seu discurso, um texto lido para que "mais tarde o possam consultar", mas também para não dar azo a excessos de linguagem num momento que as dificuldades estão à vista. Os deputados socialistas ouviram o fundador do PS em silêncio reverencial, só interrompendo o antigo líder uma vez, precisamente quando Soares recordou o histórico lema: "quando mais a luta aquece, mais força tem o PS".
Ao seu melhor estilo, Mário Soares agradou tanto mais, quanto não poupou críticas a ninguém. As pequenas farpas que lançou foram distribuídas pelo interior e pelo exterior do Partido, mas também pelos líderes europeus e mundiais, pelos economistas, pela Comunicação Social e até pela Internacional Socialista - "apática", segundo Soares perante o cenário de crise generalizada.
Uma crise que, segundo Soares, é global e "desta vez, importada". Não foi criada por "atos governativos" falhados, isto é, leia-se, não é da responsabilidade de José Sócrates. Ao Governo português, aliás, até foram dirigidas palavras de cauteloso elogio. "O Governo português tem sido prudente e tem tido o bom senso - apesar das pressões internas e europeias - de alinhar com Espanha e, em conjunto, tem a coragem de bater o pé aos líderes europeus".
A União Europeia, atingida por "crises graves de liderança em todos os países" precisa mesmo de "um sobressalto de cidadania". Caso contrário, "corre-se o risco de desintegração da EU". O pai do "direito à indignação", expressão usada em pleno Governo de Cavaco em altura de forte contestação social, acha agora que o "sobressalto de cidadania" a nível europeu pode inverter o rumo de uma crise que "continua a agravar-se" e atinge os mais fracos.
Um sobressalto tanto mais necessário quanto as fracas lideranças não são capazes de encontrar um novo "modelo de desenvolvimento económico com princípios éticos, dimensão social e a preocupação de lutar contra o desemprego e a pobreza crescentes". A manutenção de um modelo "economicista, mais interessado pelo lucro do que pelas pessoas", incapaz de "mudanças" pode ser a condenação da Europa. "Passado o susto e depois dos Estados terem ajudado a salvar os bancos, não houve mais mudanças e os responsáveis ficaram todos impunes", disse Soares.
Os responsáveis políticos saem mal do quadro pintado por Soares. "Os Governos estão obcecados com a inflação, no momento em que o verdadeiro perigo está na deflação. Advogam o apertar do cinto - aos mais pobres, claro - quando o que falta é despesa pública para reduzir o desemprego e encorajar a economia".
Já mais próximo do país real, do Portugal governado por um partido socialista minoritário, Soares dirigiu o tiro para mais próximo. "Vivemos uma crise política, temos um Governo minoritário e, de momento, não se oferece nenhuma alternativa". A oposição "desgasta" a ação governativa, "a Comunicação Social não se ocupa de outra coisa que não a intriga política" e o "derrotismo permanente dos comentadores", tudo somado, "fazem estragos manifestos na opinião pública".
Ao PS compete enfrentar esta tarefa "que não é fácil", avisa Mário Soares. O líder apelou às estruturas partidárias para "insuflarem alma no partido e confiança em si mesmo". Quer mais "vida interna", mais debate interno. "Isto vai continuar e julgo que o PS não tem discutido internamente esta temática que é essencial ao nosso futuro", disse, concluindo com apelos à "confiança" para superar a crise.
Foi com estas palavras que Mário Soares terminou o seu discurso, um texto lido para que "mais tarde o possam consultar", mas também para não dar azo a excessos de linguagem num momento que as dificuldades estão à vista. Os deputados socialistas ouviram o fundador do PS em silêncio reverencial, só interrompendo o antigo líder uma vez, precisamente quando Soares recordou o histórico lema: "quando mais a luta aquece, mais força tem o PS".
Ao seu melhor estilo, Mário Soares agradou tanto mais, quanto não poupou críticas a ninguém. As pequenas farpas que lançou foram distribuídas pelo interior e pelo exterior do Partido, mas também pelos líderes europeus e mundiais, pelos economistas, pela Comunicação Social e até pela Internacional Socialista - "apática", segundo Soares perante o cenário de crise generalizada.
Uma crise que, segundo Soares, é global e "desta vez, importada". Não foi criada por "atos governativos" falhados, isto é, leia-se, não é da responsabilidade de José Sócrates. Ao Governo português, aliás, até foram dirigidas palavras de cauteloso elogio. "O Governo português tem sido prudente e tem tido o bom senso - apesar das pressões internas e europeias - de alinhar com Espanha e, em conjunto, tem a coragem de bater o pé aos líderes europeus".
A União Europeia, atingida por "crises graves de liderança em todos os países" precisa mesmo de "um sobressalto de cidadania". Caso contrário, "corre-se o risco de desintegração da EU". O pai do "direito à indignação", expressão usada em pleno Governo de Cavaco em altura de forte contestação social, acha agora que o "sobressalto de cidadania" a nível europeu pode inverter o rumo de uma crise que "continua a agravar-se" e atinge os mais fracos.
Um sobressalto tanto mais necessário quanto as fracas lideranças não são capazes de encontrar um novo "modelo de desenvolvimento económico com princípios éticos, dimensão social e a preocupação de lutar contra o desemprego e a pobreza crescentes". A manutenção de um modelo "economicista, mais interessado pelo lucro do que pelas pessoas", incapaz de "mudanças" pode ser a condenação da Europa. "Passado o susto e depois dos Estados terem ajudado a salvar os bancos, não houve mais mudanças e os responsáveis ficaram todos impunes", disse Soares.
Os responsáveis políticos saem mal do quadro pintado por Soares. "Os Governos estão obcecados com a inflação, no momento em que o verdadeiro perigo está na deflação. Advogam o apertar do cinto - aos mais pobres, claro - quando o que falta é despesa pública para reduzir o desemprego e encorajar a economia".
Já mais próximo do país real, do Portugal governado por um partido socialista minoritário, Soares dirigiu o tiro para mais próximo. "Vivemos uma crise política, temos um Governo minoritário e, de momento, não se oferece nenhuma alternativa". A oposição "desgasta" a ação governativa, "a Comunicação Social não se ocupa de outra coisa que não a intriga política" e o "derrotismo permanente dos comentadores", tudo somado, "fazem estragos manifestos na opinião pública".
Ao PS compete enfrentar esta tarefa "que não é fácil", avisa Mário Soares. O líder apelou às estruturas partidárias para "insuflarem alma no partido e confiança em si mesmo". Quer mais "vida interna", mais debate interno. "Isto vai continuar e julgo que o PS não tem discutido internamente esta temática que é essencial ao nosso futuro", disse, concluindo com apelos à "confiança" para superar a crise.
Não há duvida de que apesar de estarmos no poder e porque atravessamos uma grave crise económica, financeira e social, o PS necessita de um amplo, profundo e sério debate interno sobre o presente e o futuro do país.
PS apresenta 20 alterações ao Orçamento rectificativo
O PS concorda com a necessidade de haver um Orçamento rectificativo, mas discorda do documento que o Governo Regional vai apresentar à ALM, que os socialistas atribuem ao PSD. Por isso, fazem uma série de propostas de alteração, várias delas já apresentadas publicamente noutros momentos.
O grupo parlamentar do PS reconhece que o documento em análise permite integrar verbas com origem na Lei de Meios, mas, ao mesmo tempo, penaliza "os madeirenses com a aplicação estreita e incondicional de um pacote de medidas de austeridade (PEC), que deveria ter na Região um conjunto de instrumentos de minimização do seu efeito negativo".
É por isso que o documento, que fundamenta a apresentação das 20 propostas socialistas, afirma que "o PS dá com uma mão - são mais de 700 milhões de euros canalizados para a RAM - e o PSD retira com a outra".
É por isso que o documento, que fundamenta a apresentação das 20 propostas socialistas, afirma que "o PS dá com uma mão - são mais de 700 milhões de euros canalizados para a RAM - e o PSD retira com a outra".
Grupos de propostas
1 - Medidas fiscais de alcance social. Redução do IRS para taxa mínima, nos três primeiros escalões, e nos três seguintes para 22,5% face ao imposto pela República. Taxa extraordinária sobre o património mobiliário das concessões públicas e taxa sobre extracção de inertes, 50% do ISP, ambas para fins sociais.
2 - Medidas de promoção da economia. Operação portuária através da concessão de serviço público; limitação da oferta hoteleira; reforço da promoção turística; regularização de dívidas ao sector privado; criação de um fundo de recuperação de empresas de 5 milhões de euros.
3 - Medidas relativas a apoios sociais. Criação de um complemento ao subsídio de desemprego; instituição de um fundo de apoio à luta contra a pobreza de 7,5 milhões; transferência de 15 milhões para as câmaras de Santa Cruz, Funchal e Ribeira Brava, para habitação.
4 - Medidas de controlo do desperdício e da despesa. Redução obrigatória da despesa em 5%; Limitação das garantias (avales) a 50% da autorização do endividamento directo; ALM deve ser chamada a autorizar as garantias superiores a 15 milhões; imposição do endividamento zero das empresas públicas; introdução de limites a deslocações ao estrangeiro e às consultadorias externas; redução de apoios e subsídios em 25%; impossibilidade dos fundos autónomas aumentarem o endividamento líquido; fundir as sociedades de desenvolvimento.
1 - Medidas fiscais de alcance social. Redução do IRS para taxa mínima, nos três primeiros escalões, e nos três seguintes para 22,5% face ao imposto pela República. Taxa extraordinária sobre o património mobiliário das concessões públicas e taxa sobre extracção de inertes, 50% do ISP, ambas para fins sociais.
2 - Medidas de promoção da economia. Operação portuária através da concessão de serviço público; limitação da oferta hoteleira; reforço da promoção turística; regularização de dívidas ao sector privado; criação de um fundo de recuperação de empresas de 5 milhões de euros.
3 - Medidas relativas a apoios sociais. Criação de um complemento ao subsídio de desemprego; instituição de um fundo de apoio à luta contra a pobreza de 7,5 milhões; transferência de 15 milhões para as câmaras de Santa Cruz, Funchal e Ribeira Brava, para habitação.
4 - Medidas de controlo do desperdício e da despesa. Redução obrigatória da despesa em 5%; Limitação das garantias (avales) a 50% da autorização do endividamento directo; ALM deve ser chamada a autorizar as garantias superiores a 15 milhões; imposição do endividamento zero das empresas públicas; introdução de limites a deslocações ao estrangeiro e às consultadorias externas; redução de apoios e subsídios em 25%; impossibilidade dos fundos autónomas aumentarem o endividamento líquido; fundir as sociedades de desenvolvimento.
domingo, 4 de julho de 2010
Salários sobem em quatro câmaras até ao final do ano
Os aumentos salariais para os funcionários públicos vão continuar, até ao final deste ano, nas câmaras da Madeira. A excepção pode ser o Porto Santo.
Apenas a autarquia porto-santense ainda não comunicou ao Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) se vai, ou não, proceder à alteração do posicionamento remuneratório pelo recurso à opção gestionária, um mecanismo previsto na lei que permite assegurar aumentos aos trabalhadores que não beneficiaram de promoções recentes ou que se encontrem há vários anos posicionados no mesmo escalão indiciário.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/216996/politica/217001-salarios-sobem-em-quatro-camaras-ate-ao-final-do-ano-
Concordo plenamente com estes aumentos. É uma forma de compensar estes trabalhadores que recebem salários baixos e que há imenso tempo esperam por uma mudança de escalão profissional. É uma reposição na carreira. Assim, melhoram o seu poder de compra, embora os valores desses aumentos sejam muito baixos.
Parabéns às Câmaras que estão a corrigir estas injustiças.
Presidente da CMF lembra que a Autonomia não pertence a ninguém
Porque a Autonomia não pertence a ninguém, Miguel Albuquerque defende que, para além da cerimónia solene, o Dia da Região deveria ser comemorado com uma grande festa popular que envolva o povo e identifique a juventude com as conquistas autonómicas.
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O dr. Albuquerque deveria utilizar a sua influência para tornar esta sua "farpa" numa realidade.
Não basta dizer que a Autonomia não pertence a ninguém e depois agir como se a autonomia fosse propriedade privada. Isto de tentar passar por democrata e respeitador dos direitos dos outros cai logo por terra logo que nos lembramos da sua forma de exercer o poder na CMF.
sábado, 3 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Enfermeiros mais críticos que os médicos - Presidente da ordem dos médicos só lamenta saída de alguns clínicos experientes
O secretário regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, convocou para as 11h00 desta manhã uma conferência de imprensa para fazer o balanço de dois anos de mandato do actual conselho de administração do Serviço de Saúde da Madeira (SESARAM). É expectável que a avaliação do governante seja pouco coincidente com a dos profissionais de saúde, particularmente a dos enfermeiros, que traçam um quadro negro da actuação da equipa liderada por Almada Cardoso (presidente do conselho de administração) e Miguel Ferreira (director clínico).
O presidente do Sindicato dos Enfermeiros da Madeira, Juan Carvalho, considera que a necessidade que a Secretaria dos Assuntos Sociais e o SESARAM têm de convocar a comunicação social é já sinal "que reconhecem que as coisas não estão bem e que há muito para corrigir". "É uma conferência de imprensa para passar um pano sobre um conjunto de problemas que hoje afectam os profissionais do SESARAM", antevê o dirigente sindical.
O presidente do Sindicato dos Enfermeiros da Madeira, Juan Carvalho, considera que a necessidade que a Secretaria dos Assuntos Sociais e o SESARAM têm de convocar a comunicação social é já sinal "que reconhecem que as coisas não estão bem e que há muito para corrigir". "É uma conferência de imprensa para passar um pano sobre um conjunto de problemas que hoje afectam os profissionais do SESARAM", antevê o dirigente sindical.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Dia da Região e das Comunidades Madeirenses
No dia 1 de Julho, celebramos, sem quaisquer complexos, a nossa história. Por um lado, a história de um povo que se enraizou na sua ILHA, sendo capaz de ultrapassar os obstáculos e, por outro, a história de um povo que se espalhou por esse mundo fora em busca de melhores condições de vida, embora sem esquecer a Ilha que os viu nascer nem nunca esconder a sua identidade de povo ilhéu.
O Dia da Região não é, por isso, apenas obra dos políticos, nem os políticos possuem o alvará exclusivo deste dia. É celebrado por todos os madeirenses residentes e por todos os nossos emigrantes que, noutros cantos do mundo, enaltecem a nossa Madeira, lembram os nossos costumes e promovem o nosso espírito madeirense.
Comemoramos o nosso futuro, lembrando o passado e vivendo o presente, cientes de que, com os nossos braços, seremos capazes de vencer mais esta situação de crise económica, financeira e social.
Não obstante, apesar do regime democrático em que vivemos, apesar da nossa autonomia, o dia da Madeira continua viciado pelos senhores do poder regional que insistem na atitude anti-democrática e anti-autonómica de se ouvirem, unicamente, a si próprios e de recusarem a ouvir os seus adversários políticos que também foram eleitos pelos madeirenses.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Jacinto Serrão eleito vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira
Jacinto Serrão foi esta manhã eleito vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, com 30 votos a favor e 13 contra. Só à sexta tentativa o maior partido da oposição conseguiu um resultado favorável num processo que já se arrastava desde 2007.Finalmente, o PSD cedeu e percebeu que, para haver legalidade na Assembleia Legislativa da Madeira, tinha de resolver o problema da Vice-presidência.
Este recuo do PSD-MADEIRA vem acabar com esta irregularidade.
ESTÁDIO dos BARREIROS e ESTACIONAMENTOS
Fomos hoje informados, na reunião de Câmara, que o novo Estádio dos Barreiros vai ter uma capacidade para cerca de 11 mil lugares, no entanto, a nível dos estacionamentos, debaixo das bancadas e auto-silo, estão previstos menos de 500 lugares. Mas que plano é este?
Onde é que os adeptos vão estacionar os seus automóveis? Será que este número reduzido de estacionamentos tem alguma coisa a ver com a zona verde, ainda existente nas proximidades do Estádio?
O PDM do FUNCHAL está em fase de elaboração!!!! O futuro SERÁ ESCLARECEDOR!!
terça-feira, 29 de junho de 2010
PS leva televisão da Madeira à ERC e ao ministro
França contesta isenção da RTP-M; deputado 'boicota' programa em sinal de protesto.A 'comissão de acompanhamento estratégico' criada para o Centro Regional da RTP volta a estar, esta semana, no centro das atenções políticas.Depois do PS-M ter questionado o organismo junto da administração do canal, é a vez de o deputado Luís Miguel França confrontar o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.
"Queremos esclarecer, de uma vez por todas, as causas e os efeitos desta espécie de conselho de opinião que foi criada unicamente na Madeira e que não existe nos Açores", avançou, ao DIÁRIO, Luís Miguel França.
O deputado do PS na Assembleia da República lembra que o próprio Conselho de Opinião da RTP colocou em causa a legalidade da 'comissão de acompanhamento estratégico" criada para a televisão da Madeira e que, segundo o CO, colide com as suas competências.
"O Conselho de Opinião funciona para a toda a empresa, incluindo as delegações", frisa Luís Miguel França, colocando em causa as razões subjacentes à criação de uma 'comissão de acompanhamento estratégico' para a RTP-M.
Para além do ministro dos Assuntos Parlamentares, o deputado socialista e ex-jornalista do canal público na Madeira vai também questionar a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sobre os critérios noticiosos da Centro Regional.
"Uma das questões que vou colocar é sobre o pluralismo e a isenção da RTP-M", refere.A contribuir para a revolta socialista está também a não cobertura noticiosa, por parte da RTP-M, da sessão de encerramento do congresso regional da JS que contou, no domingo, com a presença de figuras nacionais do Partido Socialista.
"O que aconteceu no congresso foi só mais um episódio que levanta serias dúvidas sobre a isenção", acuda França. O deputado não compareceu, ontem, à gravação do programa semanal 'Parlamento' como forma de protesto aos critérios noticiosos da RTP-M, órgão informativo que é acusado de "censurar" o PS.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/216271/politica/216332-ps-leva-televisao-da-madeira-a-erc-e-ao-ministro
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Di María já é do Real Madrid - NEGÓCIO COM BENFICA CONCLUÍDO
O Real Madrid anunciou esta segunda-feira a contratação de Ángel Di María por seis temporadas. Embora os madridistas não tenham anunciado o valor do negócio, o diário espanhol "As" escreve na sua edição online que o Benfica irá receber 25 milhões de euros pela venda do internacional argentino, de 22 anos, atualmente a disputar o Mundial na África do Sul.
domingo, 27 de junho de 2010
JM dá 4,2 milhões de perca mesmo com mais receitas
A Empresa Jornal da Madeira foi a primeira participada pela Região a entregar/depositar as suas contas e da leitura destas concluiu-se que pese a injecção de dinheiro por parte do seu principal accionista - Governo Regional - o prejuízo o ano passado foi de 4,2 milhões, um agravamento de 9,1% em relação ao ano de 2008.
Para justificar o agravamento dos prejuízos, a gerência diz que foram pagos ao longo do último ano 327 mil euros de indemizacções por conta de rescisões com colaboradores, tendo o aumento da tiragem contribuído para um agravamento dos custos com o papel em 132 mil euros.
Sondagem - PSD chega à maioria absoluta com o dobro dos votos do PS
O PSD alcança 47,7% das intenções de voto e o PS cai para 24,1%, segundo a sondagem de Junho da Marktest para o Diário Económico e TSF.
Dois para um. É esta a relação de forças entre PSD e PS, com o partido de Pedro Passos Coelho a ter em Junho 47,7% das intenções de voto (mais quatro pontos percentuais do que em Maio) e o PS a cair dos 27,6% no último mês, para 24,1% em Junho. Pela primeira vez desde que José Sócrates é líder dos socialistas, um dos dois principais partidos políticos vale metade dos votos do seu principal adversário.
Mas é já a terceira vez consecutiva que o barómetro da Marktest para o Diário Económico e TSF aponta para um reforço das intenções de voto no PSD e uma queda dos socialistas, ou seja, desde a chegada de Passos Coelho à liderança. Caso este resultado fosse validado em urnas, o PSD obteria a maioria absoluta sem necessidade de coligações e o PS regressaria a um resultado ao nível do obtido em 1987 (22%), quando Cavaco Silva alcançou a sua primeira maioria absoluta.
Ainda assim, o nível de indecisos desta sondagem (41,8%) deixa, na opinião de André Freire, tudo em aberto: "Apesar deste estudo consolidar a tendência de subida do PSD e a queda do PS, se juntarmos aos indecisos a abstenção [4%] e os votos brancos e nulos [6%] tudo pode acontecer". O professor do Instituto de Ciências Sociais acrescenta, no entanto, que "a disponibilidade de Passos Coelho para colaborar com o Governo sem assumir o ónus das medidas difíceis está a beneficiá-lo".
http://economico.sapo.pt/noticias/psd-chega-a-maioria-absoluta-com-o-dobro-dos-votos-do-ps_93026.html
Dois para um. É esta a relação de forças entre PSD e PS, com o partido de Pedro Passos Coelho a ter em Junho 47,7% das intenções de voto (mais quatro pontos percentuais do que em Maio) e o PS a cair dos 27,6% no último mês, para 24,1% em Junho. Pela primeira vez desde que José Sócrates é líder dos socialistas, um dos dois principais partidos políticos vale metade dos votos do seu principal adversário.
Mas é já a terceira vez consecutiva que o barómetro da Marktest para o Diário Económico e TSF aponta para um reforço das intenções de voto no PSD e uma queda dos socialistas, ou seja, desde a chegada de Passos Coelho à liderança. Caso este resultado fosse validado em urnas, o PSD obteria a maioria absoluta sem necessidade de coligações e o PS regressaria a um resultado ao nível do obtido em 1987 (22%), quando Cavaco Silva alcançou a sua primeira maioria absoluta.
Ainda assim, o nível de indecisos desta sondagem (41,8%) deixa, na opinião de André Freire, tudo em aberto: "Apesar deste estudo consolidar a tendência de subida do PSD e a queda do PS, se juntarmos aos indecisos a abstenção [4%] e os votos brancos e nulos [6%] tudo pode acontecer". O professor do Instituto de Ciências Sociais acrescenta, no entanto, que "a disponibilidade de Passos Coelho para colaborar com o Governo sem assumir o ónus das medidas difíceis está a beneficiá-lo".
http://economico.sapo.pt/noticias/psd-chega-a-maioria-absoluta-com-o-dobro-dos-votos-do-ps_93026.html
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Ainda não chegou a altura para o PS e o governo de Sócrates reflectirem seriamente sobre estes resultados das sondagens? Não há nada a FAZER??
Alberto João Jardim quer a demissão do ministro das Finanças
O presidente do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, defendeu hoje que seria útil para o país que o primeiro-ministro, José Sócrates, fizesse uma remodelação do Governo da República e substituísse o ministro das Finanças.
sábado, 26 de junho de 2010
Médicos e enfermeiros contra recuo do novo hospital
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
PRIORIDADES da Câmara Municipal do Funchal - VERGONHA!!
GRAVE, MUITO GRAVE.Há duas semanas, O PSD da CMF aprovou um subsídio no valor de 80 mil euros para ajudar a pagar os custos das comemorações da Força Aérea na Região. Um custo que deveria ser assumido pelo Estado.
Hoje, na reunião de Câmara, por mero acaso, fomos informados de que o PSD da CMF entregou, na semana passada, um subsídio de 60 mil euros ao torneio de GOLFE, Torneio Funchal 502 anos.
O problema não se encontra nos apoios atribuídos a este tipo de eventos, a questão fundamental, mais uma vez, reside nas prioridades. Noutra altura, não haveria qualquer oposição, mas hoje nunca!!
As minhas prioridades nunca seriam estas.
Então, neste época de crise, neste tempo em que é necessário juntar verbas para apoiar os mais desfavorecidos, a CMF prefere gastar os seus poucos meios financeiros em festas aéreas e em golfe?
Governo Regional do PSD-M deve 105 milhões de euros às farmácias
Farmácias falam em "desastre público""Nem quero falar da Madeira". Foi desta maneira que o presidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF), respondeu ao DIÁRIO sobre a dívida da Região às farmácias. João Cordeiro disse, à saída de uma audição na comissão de Saúde, que está em negociações com o Governo Regional, mas que a situação está longe de ficar resolvida. "Há boas intenções, mas parece é que não há dinheiro", afirmou.
"A situação é de desastre público", revelou, quantificando a dívida em 105 milhões de euros, referentes a pagamento de 33 meses.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/215507/madeira/215605-farmacias-falam-em-desastre-publico
terça-feira, 22 de junho de 2010
A CORRIGIR EXAMES NACIONAIS
Prova de Exame Nacional de
Português
Prova 639 2010
12.º Ano de Escolaridade
Português
Prova 639 2010
12.º Ano de Escolaridade
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
A REFORMA ADMINISTRATIVA DO PAÍS É NECESSÁRIA
Almeida Santos e Miguel Relvas querem mexidas, para haver redimensionamento e economia de recursos
Desde 1855 que não se extingue um concelho ou uma freguesia em Portugal. E desde 2005 que o "tabu" tem vindo a ser alimentado" pelos diversos governantes e dirigentes autárquicos. O presidente do PS colocou o dedo na ferida. Almeida Santos sustenta que "nos tempos actuais não se justifica a existência de 308 municípios" e propôs a sua redução, o que permitiria "uma poupança brutal que seria usada em favor dos cidadãos". O secretário-geral do PSD concordou. "A reforma administrativa do País é imperiosa", afirmou Miguel Relvas.
Em Portugal, mais de metade das freguesias tem menos de mil habitantes e há 36 concelhos com menos de cinco mil habitantes, de acordo com censos de 2001 e quatro concelhos que têm uma só freguesia: Alpiarça, São João da Madeira, Barrancos e São Brás de Alportel. Uma constatação que leva Almeida Santos a defender "a redução do número de municípios, porque há freguesias com meia dúzia de eleitores e isso não se justifica num mundo em que as comunicações são rapidíssimas". O socialista quer que a extinção de municípios se faça pela "via da fusão" e garante que "a poupança financeira dessa medida seria brutal. Uma redução que seja feita "numa base voluntária", devendo o Estado "promover estímulos para que os municípios se fundam".
O secretário-geral do PSD não só concorda como advoga que se "vá mais além e se faça a reforma administrativa do País". E sustenta que "há concelhos com uma dimensão pequena que não se justificam e freguesias enormes que poderiam dar lugar a novos municípios". E alerta: "Esta é uma reforma que terá de ser feita com urgência antes que sejamos obrigados, como a Grécia, a fazê-la." E propõe "uma comissão com deputados, académicos e senadores do País" para estudar o problema para que o número de concelhos "seja racional".
Mas o secretário de Estado da Administração local lembrou recentemente que a criação de novos concelhos "ou a extinção de municípios não está na ordem do dia".
José Junqueiro respondia ao presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Paiva que sugeriu a "extinção, por incorporação de muitos concelhos pequenos que não tem dimensão suficiente para alavancar grandes projectos", disse Paulo Marques. Mas o governante concedeu que esta "é uma questão difícil e de muita sensibilidade. Terá de ser discutida, de forma aberta e ampla para não ferir susceptibilidades", disse.
A Constituição garante que "a criação ou a extinção de municípios, bem como a alteração da respectiva área, é efectuada por lei, precedendo consulta dos órgãos das autarquias abrangidas, assembleia e câmara municipal.
Em 2005 o Parlamento autorizou o Governo a procurar uma nova lei-quadro para a criação, extinção e fusão de autarquias. A proposta de uma nova lei foi abordada nesse ano pelo então ministro da Administração Interna António Costa na Comissão Parlamentar do Poder Local. Costa, que hoje é presidente de câmara, alertou para a existência de "situações de grande irracionalidade" e defendeu que o critério para a criação ou extinção de municípios não fosse apenas "demográfico".
Desde 1855 que não se extingue um concelho ou uma freguesia em Portugal. E desde 2005 que o "tabu" tem vindo a ser alimentado" pelos diversos governantes e dirigentes autárquicos. O presidente do PS colocou o dedo na ferida. Almeida Santos sustenta que "nos tempos actuais não se justifica a existência de 308 municípios" e propôs a sua redução, o que permitiria "uma poupança brutal que seria usada em favor dos cidadãos". O secretário-geral do PSD concordou. "A reforma administrativa do País é imperiosa", afirmou Miguel Relvas.
Em Portugal, mais de metade das freguesias tem menos de mil habitantes e há 36 concelhos com menos de cinco mil habitantes, de acordo com censos de 2001 e quatro concelhos que têm uma só freguesia: Alpiarça, São João da Madeira, Barrancos e São Brás de Alportel. Uma constatação que leva Almeida Santos a defender "a redução do número de municípios, porque há freguesias com meia dúzia de eleitores e isso não se justifica num mundo em que as comunicações são rapidíssimas". O socialista quer que a extinção de municípios se faça pela "via da fusão" e garante que "a poupança financeira dessa medida seria brutal. Uma redução que seja feita "numa base voluntária", devendo o Estado "promover estímulos para que os municípios se fundam".
O secretário-geral do PSD não só concorda como advoga que se "vá mais além e se faça a reforma administrativa do País". E sustenta que "há concelhos com uma dimensão pequena que não se justificam e freguesias enormes que poderiam dar lugar a novos municípios". E alerta: "Esta é uma reforma que terá de ser feita com urgência antes que sejamos obrigados, como a Grécia, a fazê-la." E propõe "uma comissão com deputados, académicos e senadores do País" para estudar o problema para que o número de concelhos "seja racional".
Mas o secretário de Estado da Administração local lembrou recentemente que a criação de novos concelhos "ou a extinção de municípios não está na ordem do dia".
José Junqueiro respondia ao presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Paiva que sugeriu a "extinção, por incorporação de muitos concelhos pequenos que não tem dimensão suficiente para alavancar grandes projectos", disse Paulo Marques. Mas o governante concedeu que esta "é uma questão difícil e de muita sensibilidade. Terá de ser discutida, de forma aberta e ampla para não ferir susceptibilidades", disse.
A Constituição garante que "a criação ou a extinção de municípios, bem como a alteração da respectiva área, é efectuada por lei, precedendo consulta dos órgãos das autarquias abrangidas, assembleia e câmara municipal.
Em 2005 o Parlamento autorizou o Governo a procurar uma nova lei-quadro para a criação, extinção e fusão de autarquias. A proposta de uma nova lei foi abordada nesse ano pelo então ministro da Administração Interna António Costa na Comissão Parlamentar do Poder Local. Costa, que hoje é presidente de câmara, alertou para a existência de "situações de grande irracionalidade" e defendeu que o critério para a criação ou extinção de municípios não fosse apenas "demográfico".
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Esta questão da reforma admnistrativa merece uma atenção responsável por parte dos governantes. Existem situações inaceitáveis.
Aqui, na Madeira, a realidade é a mesma. A divisão administrativa está completamente desenquadrada com a realidade. As novas vias de comunicação aproximaram as pessoas e as localidades e, por isso, há que ter coragem política para avançar com uma reformulação dos Concelhos e Freguesias.
Pode-se dizer que o momento não é o apropriado ou que é preciso ter em conta questões históricas e tradições, a verdade, porém, é que os governos têm de fazer alguma coisa para mudar esta situação.
SARAMAGO
"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa somos nós"
in: Ensaio sobre a cegueira
sábado, 19 de junho de 2010
José Saramago, Prémio Nobel da Literatura 1998
Morreu o escritor que inventou Blimunda.Foi serralheiro e funcionário público. Comunista. Amado e detestado. Começou a viver da escrita passava dos 50 anos. Conheceu Pilar já sexagenário. Recebeu o Nobel da Literatura – o único dado à língua portuguesa – aos 76 anos. Partiu ontem. Sem “nenhuma esperança”. De “mão dada” com a criança que foi numa aldeia do Ribatejo.
GILBERTO TEIXEIRA QUER NUNO TEIXEIRA a suceder a ALBUQUERQUE?
Gilberto Teixeira, o cronista do regime jardinista, que é pago pelos contribuintes para escrever, no Jornal da Madeira, a liturgia do chefe, nos últimos tempos, alegadamente a mando do VICE, tem publicado uns textos a criticar a Câmara Municipal do Funchal.
Já se fala na praça e no interior da Câmara que o sr. Gilberto Teixeira já está a preparar o terreno para levar o seu filho, o Nuno Teixeira, para a presidência da Câmara Municipal do Funchal.
Não nos podemos esquecer de que o dr. Nuno Teixeira, antes de ir para a Europa, trabalhava para o dr. Cunha e Silva.
A guerra para a sucessão da capital já começou, pelo que se tem visto, a passagem de testemunho do dr. Albuquerque para o dr. Bruno Pereira não será pacífica. A guerra dos delfins está no seu auge e o sr. Gilberto quer o seu filho na Câmara!
CONSULTAS - MADEIRENSES ESPERAM 150 DIAS POR UMA CONSULTA
150 dias é o tempo médio que os madeirenses esperam por uma consulta de especialidade no Hospital Central do Funchal. O tempo é superior ao registado nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Segundo o Relatório de 2010 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), apresentado no passado dia 16, o tempo médio de resposta dos hospitais do SNS no ano passado foi de 110,2 dias.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
13 mil recebem ajuda para os medicamentos
A Segurança Social madeirense apoia, neste momento, 12.939 pessoas (cerca de 5% da população madeirense) na compra de medicamento, o que equivale a uma despesa de cerca de 420 mil euros. Em 2008, foram 11.342, entre pessoas portadoras de doenças crónicas e idosos sem condições financeiras suficientes.
A presidente do conselho de administração do Centro Regional de Segurança Social da Madeira, Bernardete Vieira, realça que o Governo Regional dá bastante importância àquele item. Isto apesar de ser uma medida que passa ao lado de muita gente.
«Mas, gastamos muito nisso. Uma pessoa que tenha uma doença e que não tenha dinheiro para adquirir os medicamentos pode vir aqui abrir o processo. Os reformados também, desde que não tenham condições financeiras para comprá-los», explicou a governante.
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=17&id=155027&sdata=2010-06-18
A presidente do conselho de administração do Centro Regional de Segurança Social da Madeira, Bernardete Vieira, realça que o Governo Regional dá bastante importância àquele item. Isto apesar de ser uma medida que passa ao lado de muita gente.
«Mas, gastamos muito nisso. Uma pessoa que tenha uma doença e que não tenha dinheiro para adquirir os medicamentos pode vir aqui abrir o processo. Os reformados também, desde que não tenham condições financeiras para comprá-los», explicou a governante.
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=17&id=155027&sdata=2010-06-18
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Excelente trabalho, sem dúvida, mas não nos podemos esquecer de que as verbas vêm todas, até ao último cêntimo, do Orçamento de Estado, são transferidas pelo Governo da República do PS para a Segurança Social na Madeira.
Não sai um cêntimo do Orçamento do Governo Regional da Madeira. Se os mais necessitados estivessem à espera do Orçamento Regional ainda estariam à espera!
VEJAM outro comentário em :
http://comqueentao.blogspot.com/2010/06/o-jornal-da-propaganda.html
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Morreu José Saramago
O escritor português e Prémio Nobel da Literatura em 1998 José Saramago morreu hoje aos 87 anos em Lanzarote.O autor português encontrava-se doente em estado "estacionário", mas a situação agravou-se, explicou ao PÚBLICO o seu editor, Zeferino Coelho. Os detalhes sobre as cerimónias fúnebres do escritor ainda não são conhecidos.
A Fundação José Saramago confirmou em comunicado que o escritor morreu às 12h30 na sua residência de Lanzarote "em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença. O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila".
Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, na Golegã, a 16 de Novembro de 1922, e apesar da mudança com a família para Lisboa, com apenas dois anos, o local de nascimento seria uma marca constante ao longo da sua vida, como referiria em 1998, aos 76 anos, no discurso perante a Academia Sueca pela atribuição do Nobel da Literatura.
Em 1939 termina o estudos de Serralharia Mecânica e emprega-se nas oficinas do Hospital Civil de Lisboa. A paixão pela literatura é alimentada de forma autodidacta, nas noites passadas nas Bibliotecas do Palácio das Galveias.
A primeira obra publicada, “Terras do Pecado”, surge em 1947. O título original, “Viúva”, foi alterado por imposição do editor da Minerva, que o considerava pouco comercial, e essa é uma das razões pela qual Saramago resistia a incluí-lo na sua bibliografia.
http://www.publico.clix.pt/Cultura/morreu-jose-saramago_1442478
Cântico Negro
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom se eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui"!
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
(...)
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
(...)
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José Régio
quinta-feira, 17 de junho de 2010
COMO SE FAZ POLÍTICA : PS-MADEIRA, um partido com propostas alternativas credíveis.
PS-M prepara programa a ano e meio das eleições. As próximas eleições regionais só deverão realizar-se em Outubro do próximo ano mas já há alguns meses que os socialistas madeirenses iniciaram a elaboração do seu programa eleitoral. Um programa de governo que pretende ser o mais completo possível e envolve dezenas de pessoas, entre dirigentes do PS-M e elementos da sociedade civil, especialistas em áreas que constarão da propostas que os socialistas madeirenses pretendem apresentar ao eleitorado.
Segundo o DIÁRIO apurou, neste trabalho estarão envolvidos elementos que nunca participaram em iniciativas partidárias. Algum secretismo em relação aos nomes deste 'governo sombra' que Jacinto Serrão decidiu criar, poderá ser justificado pela necessidade de evitar pressões exteriores.
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LER MAIS EM:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/193613/politica/206027-ps-m-prepara-programa-a-ano-e-meio-das-eleicoes
Jacinto Serrão, Presidente do PS Madeira, defende um Plano de Acção de combate à crise económica e à exclusão social
Em declarações aos jornalistas, após a reunião da Comissão Política, o Presidente dos socialistas, Jacinto Serrão, frisou que a aprovação de um orçamento rectificativo na ALM deve ultrapassar a mera consagração da Lei de Meios e ir mais longe, dando um sinal de esperança e um apoio efectivo às pessoas. O Presidente do Partido instou o GR a utilizar todos os instrumentos ao seu dispor para minimizar os impactos da crise na vida dos empresários e cidadãos da RAM.
“O GR deve aproveitar o debate ir o mais longe possível nesta questão, criando um plano de acção no combate à crise económica e à exclusão social”, sustentou o líder socialista. Nesse sentido o PS-Madeira antecipou-se e deu a conhecer as linhas gerais de um conjunto de propostas que tenciona levar à discussão no parlamento.
A elaboração de um pacote compensatório, dirigido às famílias mais afectadas pelas restrições sociais, a criação de um programa de combate à pobreza e à exclusão, a concessão de incentivos fiscais às empresas, destinadas a alavancar o crescimento económico, e uma investida de fundo no combate ao despesismo da Administração Pública regional, através da fusão das sociedades de investimento e dos fundos autónomos são as linhas-mestras da proposta. Jacinto Serrão descreveu a iniciativa dos socialistas como ambiciosa, destinada “a apoiar as famílias, os desempregados e as empresas”.
A Comissão Política do PS-Madeira aprovou ainda, por unanimidade, três votos. Um de pesar por Maria Aurora, recentemente falecida, um outro de homenagem a Manuel Tito de Morais, fundador do Partido Socialista, pela passagem do centenário do seu nascimento, e um de congratulação pela candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
LEI DE MEIOS
Diário da República, 1.ª série — N.º 115 — 16 de Junho de 2010
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
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ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
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Lei Orgânica n.º 2/2010 de 16 de Junho
Fixa os meios que asseguram o financiamento das iniciativas de apoio e reconstrução na Região Autónoma da Madeira na sequência da intempérie de Fevereiro de 2010.
Lei Orgânica n.º 2/2010 de 16 de Junho
Fixa os meios que asseguram o financiamento das iniciativas de apoio e reconstrução na Região Autónoma da Madeira na sequência da intempérie de Fevereiro de 2010.
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O Governo comparticipa com um valor total de 740 milhões de euros, concretizado através de:
a) Transferências do Orçamento do Estado;
b) Reforço das verbas do Fundo de Coesão afectas à Região Autónoma da Madeira;
c) Linha de crédito junto do Banco Europeu de Investimentos (BEI);
d) Verbas do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).
http://dre.pt/pdf1sdip/2010/06/11500/0206402067.pdfO Governo comparticipa com um valor total de 740 milhões de euros, concretizado através de:
a) Transferências do Orçamento do Estado;
b) Reforço das verbas do Fundo de Coesão afectas à Região Autónoma da Madeira;
c) Linha de crédito junto do Banco Europeu de Investimentos (BEI);
d) Verbas do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).
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Como este governo regional do PSD-M não é de confiança, como não podemos deixar este governo regional, que não governa, a gastar os 740 milhões como bem entender, cabe agora ao partido socialista controlar, politicamente, a aplicação no terreno destas verbas.
A nossa responsabilidade é enorme e não abdicaremos desse direito de acompanhar os gastos dos 740 milhões.
Observaremos a reconstrução obra a obra, cêntimo a cêntimo. Temos de estar atentos, visitar o andamento das obras, ir ao encontro das populações que foram afectadas e conhecer a forma como o dinheiro está a ser investido.
Temos de saber se as casas afectadas estão a ser reconstruídas, se os meios disponibilizados pelo Governo da República estão a ser aplicados na reconstrução da nossa Madeira como tinha sido acordado entre os dois governos.
O PS-Madeira cumprirá o seu papel político de fiscalizar a aplicação destas verbas, 740 milhões, disponibilizadas pelo Governo da República.
MADEIRA - Há clubes com atrasos ao nível das subvenções públicos na ordem dos cinco anos
Representantes de clubes da Série Madeira e da I Divisão Regional estiveram ontem reunidos com o secretário regional da Educação e Cultura, Francisco Fernandes, e dois responsáveis do Conselho Directivo do IDRAM, Catanho José e Sílvio Costa, a quem manifestaram as preocupações que resultam dos atrasos nas subvenções públicas.No final da reunião, Maurílio Caires, porta-voz do grupo de dirigentes, revelou-se satisfeito. "Há uma vontade e disponibilidade por parte da secretaria regional da Educação em resolver a situação de atraso financeiro em relação aos clubes", realçou, esperançado em relação ao futuro.
"Reacendeu-se a luz da esperança, porque foi-nos prometido que até ao final do mês vão-nos dar uma resposta mais conclusiva no que diz respeito à redução dos prazos de pagamento, daquilo que os clubes têm direito e está protocolado", revelou o presidente do Canicense, garantindo que há clubes com atrasos na ordem dos "quatro/cinco anos". "Mas há a vontade de que tudo isso se resolva, embora todos nós estejamos conscientes que atravessamos um momento crítico em termos económicos", revelou.
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Apesar de discordar da política desportiva do PSD-M, não posso deixar de recriminar a atitude caloteira do governo do PSD-M. O governo regional do PSD-M é um caloteiro inqualificável! Tem dívidas aos clubes com 5 anos. Uma vergonha! E não podem falar de crise, porque há 5 anos não havia crise, havia milhões que foram desperdiçados em obras supérfluas. Prometeram, contratualizaram e depois não cumpriram.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Jardim não reduz salários de políticos na Madeira e mantém acumulação de reformas
A Madeira não vai reduzir em cinco por cento os salários dos seus governantes, deputados e gestores públicos, proposta do líder do PSD nacional nas negociações com o Governo sobre as medidas de austeridade já aprovadas. "Desagrade a quem desagradar", o presidente do Governo regional, Alberto João Jardim, declarou-se "contra a utilização dos salários dos políticos para medidas demagógicas, sem qualquer reflexo para a comunidade".A outra proposta de Pedro Passos Coelho para criar um tecto máximo para as pensões na função pública e obrigar a optar ou pelo valor da pensão ou pela remuneração do cargo político, também não será aplicada na Madeira. Graças ao regime de excepção por si "blindado" no estatuto da região, Jardim vai continuar a acumular, na totalidade, a reforma da função pública com o vencimento de presidente do Governo regional.
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Na Madeira, vivemos um regime de pensamento único. Aqui, controlam tudo e todos.
O PSD-M faz o que quer e o que entende, protegendo os seus benefícios pessoais. Torna-se inaceitável que o governo regional do PSD-M não aceite reduzir os custos com o Estado Regional.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
As prioridades do PSD-M!!!!!!
A Madeira atravessa uma grave crise económica e financeira, o desemprego continua a crescer, as falências acontecem todos os dias, os problemas sociais intensificam-se, mas, o que faz o governo regional do PSD-M?
Em vez de governar, em vez de apresentar políticas, propostas e ideias para solucionar os problemas concretos dos madeirenses, este governo PSD-M prefere gastar tempo e dinheiro a fazer um estudo sobre o "Deve e Haver das Finanças da Madeira entre os séculos XV e XXI".
Grande medida esta. Uma verdadeira prioridade.
domingo, 13 de junho de 2010
Fazer férias "cá dentro" ? COMO? E A QUE PREÇO?
Fazer férias "cá dentro", como o Presidente da República pediu, pode ajudar a economia nacional, mas em alguns casos sai mais caro ao bolso dos portugueses, constatou a Lusa na pesquisa de pacotes de férias em várias agências de viagens.
Factos: Um olhar que pára a velocidade
Para além da cidade prevista e desenhada, há uma cidade que se olha com todos os sentidos e todas as artes. Como a poesia, as cidades e o território também se sobrevoam de afectos e de olhares que param a velocidade da geografia alterada.(...)
"Não nos interessa, desde logo, o turismo, não nos interesse o espectáculo, não nos interessa o aparente. Interessa-nos os pequenos recantos da ilha, a forma de trabalhar o pavimento, onde se mistura a engenharia e a arte. Interessa-nos a autenticidade". Até porque o resto, desgraçadamente, é o que acontece em todos os locais turísticos. O que interessa é recuperar outros valores, e olhar com os olhos de muitos anos, para não perder esse olhar sensível à matéria, à tradição, aos sistemas construtivos de toda uma vida. E tudo isto deve ser feito de um ponto de vista contemporâneo. Arturo Franco diz que este olhar primordial nada tem que ver com classicismo, nem com a defesa de que tudo permaneça ancorado no tempo. O necessário é um certo respeito em relação ao passado, mas sempre com um olhar no futuro.
(...)
http://www.dnoticias.pt/impressa/revista/213246/213251-factos-um-olhar-que-para-a-velocidadeExcelente artigo de opinião de Maximiano Martins
Uma pérola A Conferência Anual do Turismo, da Ordem dos Economistas / Madeira, é ou pode tornar-se um marco nas conferências nacionais sobre turismo. É bom que a Madeira que tem muito pouco trabalho (lamentavelmente) em matéria de reflexão económica e societal possa liderar nesta matéria estratégica para o seu desenvolvimento e para o país. Há várias ideias interessantes que foram apresentadas e discutidas.
A primeira diz respeito ao título de Pérola do Atlântico. Todos temos a noção de que a designação (carinhosa) de Pérola do Atlântico acompanhou durante muito tempo a imagem exterior da Madeira. Foi um 'activo' poderoso até aos Anos 70/80.
Depois, as autoridades responsáveis pela promoção turística resolveram tentar uma nova imagem de marca para a Região, depois outra e outra e outra. Nenhuma verdadeiramente pegou. Tente o leitor lembrar-se das imagens de marca que se tentaram lançar. Muito provavelmente não se lembrará de nenhuma. Porque é difícil criar um activo em matéria de imagem.
Custa dinheiro (muito), persistência (campanhas prolongadas), pertinência (que respeite o real mas estimule sensações subjectivas)… e até sorte. Só imagens de marketing que correspondam a sensações partilhadas têm eco no cidadão e no consumidor. Uma Madeira que queira ser 'Mar', 'Natureza' ou 'body and mind' e coisas semelhantes aplicam-se à Madeira como à Croácia, à Tunísia, à Turquia, a Malta, a Cuba, ao Douro ou aos Açores, etc. etc.
Pérola do Atlântico é, pelo contrário, único como mensagem. E corresponde à identidade, autenticidade e diferenciação do produto Madeira. Não é por acaso que no follow-up da tragédia de 20 de Setembro a ideia de Pérola do Atlântico tenha reaparecido espontaneamente nos meios de Comunicação.
Como sublinhado na Conferência, a coerência sistémica (não apenas no Marketing) é vital para um produto Madeira valorizado. Ver o turismo não apenas como 'oferta hoteleira' mas como um macro-produto, um desenvolvimento em 'cluster' em que hotelaria / hospitalidade em geral / serviços e animação / segurança / monumentos / paisagem natural / ordenamento do território / transportes / agricultura e poios / comércio citadino formam um todo.
Como sublinhado na Conferência, a coerência sistémica (não apenas no Marketing) é vital para um produto Madeira valorizado. Ver o turismo não apenas como 'oferta hoteleira' mas como um macro-produto, um desenvolvimento em 'cluster' em que hotelaria / hospitalidade em geral / serviços e animação / segurança / monumentos / paisagem natural / ordenamento do território / transportes / agricultura e poios / comércio citadino formam um todo.
Neste sentido, excesso de vias rápidas e praias de areia amarela descaracterizam e penalizam a coerência do produto Madeira. Projectos como o Teleférico do Rabaçal são errados. Intervenções como o Radar do Pico do Areeiro também. Insegurança nas ruas e nas levadas 'matam' a imagem. Desordenamento do território também.
Uma outra ideia relevante tratada na Conferência foi a necessidade de ajustar os meios de promoção aos novos tempos. Há meios convencionais de promoção e marketing que já não cumprem um papel de relevo. Hoje a 'notoriedade electrónica' via Web e redes sociais (Facebook, Twitter, You Tube) é vital.
Uma outra ideia relevante tratada na Conferência foi a necessidade de ajustar os meios de promoção aos novos tempos. Há meios convencionais de promoção e marketing que já não cumprem um papel de relevo. Hoje a 'notoriedade electrónica' via Web e redes sociais (Facebook, Twitter, You Tube) é vital.
Aí se determina 80% da pré-decisão de fazer férias e viajar para este ou aquele destino. Abrir o site oficial da Região e ver informação desactualizada não ajuda nada. Pesquisar internacionalmente sítios de destino e não encontrar a Madeira não é bom sinal. Identidade, autenticidade, diferenciação, coerência, notoriedade são ideias-força que ficam para a nossa reflexão na sociedade madeirense - tão exposta aos riscos que enfrenta o turismo no mundo actual.
Viagem por Bruxelas, Noruega e Estrasburgo custa 28 mil euros
Durante quase duas semanas, o vice-presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva, vai ter os destinos do executivo madeirense nas mãos.
É que Alberto João Jardim deixou a Madeira na passada terça-feira, para cumprir uma maratona de reuniões em três países europeus, e só deverá regressar ao Funchal no próximo domingo.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/213847-viagem-por-bruxelas-noruega-e-estrasburgo-custa-28-mil-euros
sábado, 12 de junho de 2010
Hospital nem em 2020
As previsões mais optimistas deverão apontar para 2020 ou 2021, como anos prováveis para a inauguração do novo Hospital do Funchal, mas uma análise mais realista permite concluir que dentro de dez anos a Região não terá a nova unidade hospitalar, prometida pelo Governo Regional e pelo PSD-M há mais de uma década.
A não apresentação, este ano, da candidatura do novo hospital aos projectos de interesse comum a financiar pelo Orçamento de Estado tem uma consequência imediata: só depois de 2013 poderá ser garantido o apoio financeiro de Lisboa, para uma obra cujos custos totais entrarão na casa das centenas de milhões de euros.
O Governo Regional tem até ao final do mês para apresentar a candidatura ao financiamento do Estado, como determina a lei das finanças regionais, mas o secretário regional do Equipamento Social já disse que tal não irá acontecer, uma vez que ainda não há projecto. Esta candidatura teria reflexos no Orçamento de Estado de 2011.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/213591/politica/213609-hospital-nem-em-2020A não apresentação, este ano, da candidatura do novo hospital aos projectos de interesse comum a financiar pelo Orçamento de Estado tem uma consequência imediata: só depois de 2013 poderá ser garantido o apoio financeiro de Lisboa, para uma obra cujos custos totais entrarão na casa das centenas de milhões de euros.
O Governo Regional tem até ao final do mês para apresentar a candidatura ao financiamento do Estado, como determina a lei das finanças regionais, mas o secretário regional do Equipamento Social já disse que tal não irá acontecer, uma vez que ainda não há projecto. Esta candidatura teria reflexos no Orçamento de Estado de 2011.
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Mais uma vez o governo do PSD-M tem outras prioridades. Em vez de avançar com a construção do novo Hospital, prefere gastar o dinheiro em construções desnecessárias como é o caso dos campos de ténis, dos campos de golfe e dos campos de futebol.
Mas o povo gosta!!!!!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O DESPACHO 11/2010 DE 26 DE MAIO - O DESPACHO DO SÉCULO
O governo do dr. Alberto vai gastar milhares de euros num trabalho de investigação que não virá resolver os problemas da Região.
Esta gente continua a se agarrar ao passado, a um passado tão longínquo que não interessa a ninguém e foge do presente e do futuro.
Eis mais um capricho do PSD-M que não está preocupado em encontrar soluções para os nossos problemas, mas em encontrar formas para continuar a defender os interesses politico-partidários, os interesses do PSD-M, mesmo que essa estratégia suicida prejudique os madeirenses.
Eis mais um capricho do PSD-M que não está preocupado em encontrar soluções para os nossos problemas, mas em encontrar formas para continuar a defender os interesses politico-partidários, os interesses do PSD-M, mesmo que essa estratégia suicida prejudique os madeirenses.
O PSD-M deveria mandar fazer um estudo, todavia, um ESTUDO com o objectivo de encontrar as estratégias mais sustentadas e eficazes para resolver a situação económico-financeira da REGIÃO.
AS PRIORIDADES do PSD-M - O DESPACHO do SÉCULO

DESPACHO 11/2010 DE 26 DE MAIO
1. O projecto de investigação sobre o «Deve e Haver das Finanças da Madeira (séculos XV a XXI)» é considerado de importância prioritária para a Região Autónoma da Madeira.
2. Assim, deve ser concretizado com a maior brevidade possível, sob a direcção do Senhor Doutor AlbertoVieira que, por este meio, fica dotado das competências para o efeito.
3. Em consequência, nos termos do artigo 73.º, n.ºs 1 e 2, da Lei n.º 130/99, de 21 de Agosto, mais determino:
a) Os serviços de todos os departamentos do Governo Regional da Madeira, bem como todas as Entidades sob sua tutela, prestarão as adequadas e necessárias facilidades para a sua concretização;
b) P r o c e d e r-se-á ao destacamento dos Professores necessários para o efeito;
c) São autorizados os estágios profissionais dos Licenciados considerados necessários à concretização deste projecto;
d) O Arquivo Regional da Madeira, com prioridade, facilita a consulta da documentação que a direcção do projecto entenda necessária, inclusivamente com o acesso a cópias em suporte digital dos jornais e dos documentos já digitalizados. Bem como procede, também prioritariamente, à organização e à catalogação dos Fundos necessários à consideração por este trabalho, que ainda o não estejam, particularmente os dependentes da tutela da Secretaria Regional do Plano e Finanças e os do Governo Civil e da Junta Geral do extinto «Distrito Autónomo», bem como de outros histórica e documentalmente importantes para o efeito pretendido.
4. O presente despacho vai para execução, a todos os Senhores Membros do Governo Regional e para publicação no «Jornal Oficial» da Região Autónoma da Madeira.
Funchal, 26 de Maio de 2010.
-1. O projecto de investigação sobre o «Deve e Haver das Finanças da Madeira (séculos XV a XXI)» é considerado de importância prioritária para a Região Autónoma da Madeira.
2. Assim, deve ser concretizado com a maior brevidade possível, sob a direcção do Senhor Doutor AlbertoVieira que, por este meio, fica dotado das competências para o efeito.
3. Em consequência, nos termos do artigo 73.º, n.ºs 1 e 2, da Lei n.º 130/99, de 21 de Agosto, mais determino:
a) Os serviços de todos os departamentos do Governo Regional da Madeira, bem como todas as Entidades sob sua tutela, prestarão as adequadas e necessárias facilidades para a sua concretização;
b) P r o c e d e r-se-á ao destacamento dos Professores necessários para o efeito;
c) São autorizados os estágios profissionais dos Licenciados considerados necessários à concretização deste projecto;
d) O Arquivo Regional da Madeira, com prioridade, facilita a consulta da documentação que a direcção do projecto entenda necessária, inclusivamente com o acesso a cópias em suporte digital dos jornais e dos documentos já digitalizados. Bem como procede, também prioritariamente, à organização e à catalogação dos Fundos necessários à consideração por este trabalho, que ainda o não estejam, particularmente os dependentes da tutela da Secretaria Regional do Plano e Finanças e os do Governo Civil e da Junta Geral do extinto «Distrito Autónomo», bem como de outros histórica e documentalmente importantes para o efeito pretendido.
4. O presente despacho vai para execução, a todos os Senhores Membros do Governo Regional e para publicação no «Jornal Oficial» da Região Autónoma da Madeira.
Funchal, 26 de Maio de 2010.
O PRESIDENTE DO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA,
Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim
-Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim
E os encargos assumidos pelos governos da República para sustentar alguns dos serviços na REGIÃO? Vão apresentar as contas do pagamento das reformas, pensões e invalidez, e outras verbas que são transferidas dos OE para a Segurança Social na Região? E as transferências do OE para as autarquias locais? E o pagamento dos salários e outros custos com as forças de segurança, na Região? E os impostos dos madeirenses que ficam nos cofres do governo do PSD-M, vão ser descontados?
E os custos da viagem de João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira acompanhados por marinheiros ao serviço do Infante D. Henrique? Também vão descontar essas verbas gastas pela coroa portuguesa?
quinta-feira, 10 de junho de 2010
EDUCAÇÃO - MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO - Excelente artigo

por MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO
Se for para melhor...
Augusto Cury, psiquiatra, psicoterapeuta e autor de uma vasta obra sobre o conhecimento e a inteligência, afirmou que educar não é "corrigir erros, mas sim criar ideias". O nosso atribulado e sempre experimental sistema de ensino tem gasto grande parte dos seus recursos e energias a corrigir os erros e parece não lhe restar tempo para o resto. Os últimos anos foram consumidos pela polémica em torno do modelo de avaliação dos professores e antes, se a memória me não falha, um dos pontos altos da agenda da educação foi a colocação dos professores e, recorrentemente, as gaffes nas provas nacionais. Quanto ao que interessa, pouco ou quase nada.
A recente decisão governamental de fechar 900 escolas básicas, todas com menos de 20 alunos, para os reagrupar em unidades com as condições necessárias a um melhor ensino e a uma melhor aprendizagem, desatou um novo alvoroço. Parece fácil a qualquer pessoa de bom senso perceber que, sobretudo nos dias de hoje, a escola precisa de escala e de massa crítica e que, por mais esforçados que sejam os professores dessas pequenas escolas sobreviventes à desertificação e ao Inverno demográfico, estas crianças estarão sempre numa situação de desigualdade face às oportunidades a que têm direito.
A interioridade desses territórios deprimidos repercute-se inevitavelmente naquilo que é uma parte substancial da educação enquanto formação e capacitação pela falta das componentes de um mundo exterior a essa interioridade, como é o caso de uma convivência alargada, o contacto com outras realidades, a diversidade das actividades e o acesso a outros meios de conhecimento.
(...)
-
LER o ARTIGO na ÍNTEGRA EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1589555&seccao=Maria
LER o ARTIGO na ÍNTEGRA EM:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1589555&seccao=Maria
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Secretaria do Turismo esclarece o milhão no Rock in Rio
Em reacção à notícia com o título "Madeira gastou 1 milhão só para o Rock in Rio" e entendendo que "o conteúdo da mesma não corresponde à verdade", a Secretaria Regional do Turismo e Transportes (SRTT) emitiu hoje um Direito de Resposta com quatro pontos a explicar a situação.
Segundo a SRTT, "a presença da Madeira no festival Rock in Rio 2010 custou 100.000 euros e não 1.000.000 de euros, tal como avançado na notícia em causa". Dizem ainda que o referido contrato público por ajuste directo foi publicado, conforme a lei e a transparência, no Portal dos contratos públicos, que extrapolam, poderá ter sido esta a fonte da notícia. Esclarece a nota e reconhece "que houve um lapso de digitalização aquando da inserção da informação no portal, que foi identificado e já reportado a 4 de Junho à entidade gestora do mesmo, estando, neste momento, em vias de rectificação.
Garante ainda a SRTT que cumpriu "todos os trâmites legais em matéria de contratação pública", aguardando a rectificação. No entanto, a nota termina com um 'lamento': "Lamenta-se que, tendencialmente, este valor não tenha sido confirmado junto da Direcção Regional de Turismo quando ontem foi contactada, em Lisboa, para abordar a mais-valia desta representação da Madeira - o que fez de boa fé - e que, em vez disso, o Diário de Notícias da Madeira sirva, mais uma vez e propositadamente, para aproveitamento político, em vez de cumprir o seu dever de informar correctamente a opinião pública", termina a nota.
http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/213308-secretaria-do-turismo-esclarece-o-milhao-no-rock-in-rioSegundo a SRTT, "a presença da Madeira no festival Rock in Rio 2010 custou 100.000 euros e não 1.000.000 de euros, tal como avançado na notícia em causa". Dizem ainda que o referido contrato público por ajuste directo foi publicado, conforme a lei e a transparência, no Portal dos contratos públicos, que extrapolam, poderá ter sido esta a fonte da notícia. Esclarece a nota e reconhece "que houve um lapso de digitalização aquando da inserção da informação no portal, que foi identificado e já reportado a 4 de Junho à entidade gestora do mesmo, estando, neste momento, em vias de rectificação.
Garante ainda a SRTT que cumpriu "todos os trâmites legais em matéria de contratação pública", aguardando a rectificação. No entanto, a nota termina com um 'lamento': "Lamenta-se que, tendencialmente, este valor não tenha sido confirmado junto da Direcção Regional de Turismo quando ontem foi contactada, em Lisboa, para abordar a mais-valia desta representação da Madeira - o que fez de boa fé - e que, em vez disso, o Diário de Notícias da Madeira sirva, mais uma vez e propositadamente, para aproveitamento político, em vez de cumprir o seu dever de informar correctamente a opinião pública", termina a nota.
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Se houve um erro de digitalização, a empresa que o cometeu tem de assumir as suas responsabilidades. Na verdade, gastar 1 milhão de euros numa iniciativa de promoção da Madeira no festival Rock in Rio 2010 seria demasiado grave e representaria uma falta de bom-senso irreparável.
Se gastaram apenas 100 mil euros, pode ser discutível, no entanto, já é um valor aceitável.
Madeira gastou um milhão só para o 'Rock in Rio'
A presença da Madeira no festival 'Rock in Rio', através de iniciativas promocionais, custou, pelo menos, um milhão de euros. Uma verba paga, por ajuste directo, à empresa 'Better World' e que é descrita como "aquisição de serviços através do aluguer de espaço" no recinto onde decorreram os concertos.
Um milhão de euros para os cinco dias do festival (200 mil euros por dia) e que ultrapassam, em muito, os orçamentos de outras iniciativas de promoção turísticas e até eventos que são considerados parte importante da imagem da Madeira.
Uma despesa que o Partido Socialista considera um "desperdício" e um exemplo do "regabofe do Governo Regional num momento difícil e de crise". Motivos suficientes para que tenha sido pedida uma audição parlamentar com a secretária regional do Turismo e Transportes.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Porto Editora com luz verde para ser maior grupo editorial
A Autoridade da Concorrência decidiu viabilizar a compra do Direct Group Portugal, detentor das livrarias Bertrand, do Círculo de Leitores e de quatro editoras, pela Porto Editora, o maior grupo editorial português, foi esta segunda-feira anunciado.A viabilização desta transação vem reforçar ainda mais a posição ocupada no mercado do sector pelo grupo Porto Editora que, presidido por Vasco Teixeira e composto pelas empresas Porto Editora (que inclui a editora Sextante), Areal Editores, Lisboa Editora, Plural Editores Angola, Plural Editores Moçambique e Bloco Gráfico, registou em 2008 uma facturação de 91,5 milhões de euros - um crescimento de 5,5 por cento em relação ao ano anterior, que o posicionava já como líder do mercado editorial em Portugal.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/porto-editora-com-luz-verde-para-ser-maior-grupo-editorialCMF tem calotes públicos de 2,5 milhões com 11 anos
Os atrasos arrastam-se desde 1999 e o 'calote' vai em dois milhões e meio de euros. Este é o valor da dívida do IDRAM à Câmara Municipal do Funchal por não ter pago os consumos de água em algumas instalações desportivas do concelho. Há falta de pagamento das facturas nas piscinas olímpicas da Penteada e, na Quinta Magnólia, nem o Serviço Regional de Protecção Civil tem a conta da água em dia.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/212937/madeira/212999-cmf-tem-calotes-publicos-de-25-milhoes-com-11-anos
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/212937/madeira/212999-cmf-tem-calotes-publicos-de-25-milhoes-com-11-anos
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INACEITÁVEL!! Os cidadãos comuns se não pagam, são multados e se persistirem ficam sem água, mas as empresas públicas, as empresas do ESTADO há anos que não pagam e nada lhes acontece. O EXEMPLO deveria vir de cima, no entanto, são os que dão o pior exemplo.
A Estes a Câmara do Funchal não chama de caloteiros nem mete processos em tribunal. A estes o dr. Albuquerque cala-se.
NANI FALHA MUNDIAL DEVIDO A LESÃO
Ruben Amorim tem viagem marcada ainda hoje para a África do Sul. O jogador do Benfica estava de prevenção desde a última sexta-feira. O azar acabou por bater à porta de Nani, que realizou exames esta manhã numa clínica de Joanesburgo e será substituído pelo médio encarnado devido a uma lesão no ombro.
Segundo uma nota publica no site da Federação Portuguesa de Futebol, o extremo do Manchester United tem um traumatismo na clavícula esquerda. Recorde-se que Nani, de 23 anos, já havia falhado o treino do passado sábado devido a essa mesma lesão.
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