quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Escola Gonçalves Zarco recebe prémio ambiental

O estabelecimento recebeu o Diploma de Qualidade de Implementação do Programa Eco-Escolas.
A Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco foi agraciada com um prémio de cariz ambiental, nomeadamente o Diploma de Qualidade de Implementação do Programa Eco-Escolas, sendo actualmente a única escola da Região Autónoma da Madeira a ser incluída nesta distinção à parte.
A avaliação do programa na 'Gonçalves Zarco' foi feita pela Comissão Nacional das Eco-Escolas, uma vez que este estabelecimento de ensino enquadra-se nas que já a dinamizam há três anos consecutivos. Além do papel pedagógico do Eco-Escolas, foram avaliados outros indicadores com pontuação por cada uma e que depois é convertido em percentagem.
Assim, as escolas que cumprem com os 7 passos fundamentais do programa Eco-Escolas e que, face à auditoria externa obtêm uma pontuação igual ou superior a 80%, obtêm o referido diploma para os diferenciar das restantes que mantiveram as mesmas metodologias e actos, que se cingem à apresentação de trabalhos.
O presidente do Conselho Executivo da 'Gonçalves Zarco', Rui Caetano, estará presente no Seminário Nacional Eco-Escolas que decorrerá na Guarda, na próxima sexta-feira, 4 de Fevereiro, para receber o referido prémio.
In DIÁRIO

OS EGOCÊNTRICOS

A sede de protagonismo é tanta, o umbiguismo é tão cego, a arrogância é tão alta, o complexo de superioridade é tão exacerbado, o egoismo é tão evidente que não só abafa como destroi as qualidades existentes. É pena, mas é verdade! E toda a gente já se apercebeu disso!
O mais curioso, ou não, é que este tipo de pessoas gere o seu ego a criticar os outros, a desvalorizar o trabalho dos outros e a tentar semear divisões para reinar!
O mundo não tem o tamanho do umbigo, o mundo é um todo e todos aqueles que tentam reduzir o mundo ao seu umbigo, costumam não ter muito sucesso!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Modernização dos HOSPITAIS

Governo quer “modernizar e adaptar hospitais”.
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou este sábado que é intenção do Governo "modernizar e adaptar os hospitais às exigências do País" de forma a melhorar a qualidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
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E na Madeira? Para quando a construção de um NOVO HOSPITAL de forma a melhorar a qualidade do Serviço Regional de Saúde??

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A REVOLTA dos MADEIRENSES

A votação dos madeirenses nas últimas eleições presidenciais foi um sinal que não pode ser desvalorizado. Precisamos de reflectir sobre estes resultados, urge reconhecer, humildemente, os erros cometidos e encontrar respostas para o papel e o futuro dos partidos, todavia, o mais importante consiste em encontrar respostas eficazes para ajudar a resolver os problemas do povo madeirense.
O que foi colocado em causa pelos madeirenses foi o sistema político em geral. Os madeirenses estão cansados dos partidos, da má actuação, do aproveitamento pessoal e da arrogância de muitos dos políticos que vivem à custa da política.
Na Assembleia Legislativa da Madeira, que se reúne meia dúzia de vezes por ano, os políticos profissionais esbracejam, gritam, ofendem-se e desrespeitam, de modo vergonhoso, os madeirenses, mas não resolvem os problemas do povo. Muitos resolvem apenas os seus assuntos pessoais.
Apesar dos madeirenses reagirem, desta forma, contra o actual sistema político e contra a conjuntura de grave crise social, económica e financeira, embora manifestem o seu sentimento votando na "não política" e na contestação mesmo sem propostas alternativas, a verdade é que os partidos são indispensáveis para a sobrevivência da democracia.
Por fim, não nos podemos esquecer de que a alternativa democrática constrói-se com ideias consistentes e os problemas concretos do povo resolvem-se com propostas exequíveis.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Alunos têm imagem positiva dos professores

Relatório PISA, da OCDE, incluiu a opinião de 102 estudantes da Região.
Mais de 90% dos alunos portugueses afirmam ter uma imagem positiva dos professores. O dado consta do relatório PISA, da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico), referente a 2009, divulgado no final do ano passado.
Os testes foram aplicados a 6.298 alunos portugueses, dos quais 102 da Madeira, de 212 escolas.
De acordo com o estudo, os professores portugueses são os que têm a imagem mais positiva de entre os docentes de 33 países da OCDE, aumentando, face ao relatório de 2006, 10 pontos percentuais. Contudo, não é apenas a imagem dos docentes que sai beneficiada. Na comparação com os países da OCDE, Portugal é o 4.º país que mais progrediu em leitura e em matemática e o 2.º país que mais progrediu em ciências.
É também o 6.º país cujo sistema educativo melhor compensa as assimetrias socioeconómicas e um dos países com maior percentagem de alunos de famílias economicamente desfavorecidas que atingem excelentes níveis de desempenho, em leitura.
Em 2009, Portugal obteve em literacia de leitura 489 pontos, situando-se, pela primeira vez, na média da OCDE.
Embora os dados sejam positivos, o presidente do conselho executivo da Escola Secundária Jaime Moniz considera que é ainda cedo para determinar se esta será uma mudança meramente estruturante, salientando que apenas o relatório de 2012 poderá confirmar esta tendência.
Jorge Moreira acredita, no entanto, que algumas das medidas introduzidas nos últimos anos, como as aulas de 90 minutos e as aulas de substituição poderão ter contribuído para estes resultados.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Herzog & de Meuron: "A democracia é boa e má para a arquitectura"

China, São Paulo, a arquitectura em tempos de crise e os efeitos da democracia, ou da falta dela, sobre os arquitectos: uma das duplas mais famosas da actualidade falou ao Cidades sobre um mundo em mudança.

Paris vista do céu é uma cidade de constelações. Beirute vista do céu é uma cidade de cicatrizes. Guadalajara vista do céu é uma cidade de divisões - de um lado os mexicanos ricos (percebe-se pelo enorme número de piscinas), do outro os pobres.

É assim, como quem paira sobre elas, que os arquitectos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron olham para as cidades. E é de cidades - "esculturas psicológicas petrificadas dos seus habitantes" - que Herzog fala antes de falar de edifícios.

O arquitecto - na dupla é geralmente sempre Herzog o que fala - explicou numa conferência esta semana na Aula Magna, em Lisboa, no encerramento da Trienal de Arquitectura 2010, o trabalho da Herzog & de Meuron, responsável pelo Estádio Olímpico de Pequim, a Tate Modern em Londres e de muitos outros projectos emblemáticos por todo o mundo, e distinguida com os prémios Stirling (2003) e Pritzker (2001).
Na manhã seguinte, o Cidades conversou com os dois arquitectos durante o pequeno-almoço num hotel de Lisboa. Pierre de Meuron estava descontraído a ler o jornal, Herzog chegou com um pequeno atraso e, como sempre, falou mais. "Quero ser muito preciso", disse no início da conversa. Depois descontraiu.

A não perder a entrevista no
Público

Presidenciais - Participação 6% mais baixa do que em 2006

A taxa de participação nas eleições presidenciais estava situada nos 13,4 por cento às 12h00, menos seis por cento do que no mesmo escrutínio em 2006, avança a Comissão Nacional de Eleições.
Godinho de Matos, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), afirmou em declarações à TSF que se trata de uma participação "muito exígua", mas admitindo que se prevê que a afluência às urnas se revele mais elevada nas próximas horas.

In Público

sábado, 22 de janeiro de 2011

Criminalização da violência escolar

Ontem, foi aprovada a proposta de lei da criminalização da violência escolar. Esta medida política é positiva porque garante às escolas mais uma estratégia de combate à violência escolar. Esta nova lei representa apenas o último recurso, mas um recurso fundamental para a segurança de toda a comunidade escolar.
Os adolescentes precisam de perceber e sentir que os seus atos de violência trazem consequências pessoais.
As escolas tentam tudo o que está ao seu alcance no sentido de evitar este tipo de comportamentos violentos nas salas de aula, nos pátios, nos corredores e fora da escola. Assumem projetos de prevenção, investem em psicólogos e assistentes sociais, trabalham com os pais e tentam recuperar de um modo pedagógico e formativo os alunos que praticam atos violentos contra os colegas, professores e funcionários.
Mas depois de todo este trabalho e dedicação, se continuam com os mesmos comportamentos, o último recurso é a queixa crime.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O papel social e formativo dos Clubes Desportivos

O Nacional, o Marítimo e o União são os clubes da Madeira com maior dimensão, conquistando, através do seu percurso histórico, um estatuto de relevo não só em termos desportivos, mas também na vertente social e de formação integral dos atletas.
Nesta perspectiva, o trabalho dos clubes desportivos mais pequenos é igualmente notável, todavia, considero injusto desvalorizar o esforço dos três grandes da Região nesta sua área da formação, apesar dos erros de gestão desportiva e dos caprichos de alguns dos seus líderes.
Os atletas encontram nos clubes um espaço de formação e educação complementar ao da escola e ao da família. Nos clubes, assimilam o espírito de grupo, a necessidade de atingirem objectivos comuns; conhecem as regras da competição, o valor da camaradagem e tomam consciência de que o sucesso individual será uma realidade se trabalharem, com esforço e persistência, as suas competências pessoais e as colocarem ao serviço da equipa.
É no clube que muitos jovens se apercebem, pela primeira vez, das vantagens do trabalho metódico, do treino específico, do trabalho individual e colectivo, sentindo, no dia-a-dia, a sua evolução e superação pessoal. É ali que aprendem a conviver com a saudável euforia das vitórias e a desilusão das derrotas.
Os clubes, geridos com competência, são autênticas escolas para a vida, contribuindo de modo significativo para o futuro pessoal e profissional dos atletas, mesmo depois de terminarem o seu percurso desportivo federado. Para alguns jovens, o clube funciona como um porto de abrigo.
Rui Caetano
Artigo de opinião publicado no DIÁRIO

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sérgio Sousa Pinto e o 'bullying' - Proposta do Governo é "como uma gaita num funeral"

O deputado socialista Sérgio Sousa Pinto considerou esta quinta-feira, 20, "absolutamente desnecessária" a proposta do Governo de criminalização da violência escolar.
"Faz tanta falta às escolas e ao ordenamento jurídico como uma gaita num funeral", afirmou, com aplausos da bancada parlamentar do PCP, dirigindo-se ao secretário de Estado adjunto e da Educação, Alexandre Ventura.
Antes, o governante havia sublinhado as vantagens do diploma que, entre outros pontos, transforma a violência
Sérgio Sousa Pinto declarou ter "muitas dúvidas quanto à aptidão para se resolver os problemas nacionais com golpes legislativos à esquerda e à direita", acrescentando que, depois de ouvir também um projecto do CDS/PP sobre o tema, percebeu que esta proposta em discussão é "absolutamente desnecessária".
Ana Drago (Bloco de Esquerda), que já havia criticado a proposta do Governo por ser uma "resposta meramente penalista", pegou nas palavras de Sérgio Sousa Pinto para dizer que "até no PS há pessoas que não conseguem vislumbrar qualquer estratégia" nesta proposta do Governo.
João Oliveira (PCP) destacou que a lei actual já "permite a aplicação de medidas tutelares educativas" previstas na proposta do Governo, dando a entender que o diploma é redundante e inútil em vários aspectos e que não resolve o problema.
In DN
O sr. deputado Sérgio Sousa Pinto falou de coisas que não conhece! A sua intervenção foi um desastre! O sr. deputado do PS não conhece a realidade, o sr. deputado está habituado aos colégios particulares onde só entram os bons alunos e todos os alunos que criam problemas disciplinares são expulsos para o ensino público.
É muito fácil falar da poltrona de seda, aqueles que se limitam a assistir aos problemas das escolas no sofá lá de casa ou que debatem muito a teoria dos livros, mas afastados do dia-a-dia das escolas é que não percebem este tipo de medidas legislativas tão importantes para as escolas, para os professores, para os funcionários, para os pais e para todos os outros milhares de alunos que não têm problemas disciplinares e que querem aprender!
As escolas fazem de tudo o que está ao seu alcance para ajudar estes alunos violentos a mudarem de atitude. Fazem tudo o que é possível para ajudar os alunos indisciplinados, os alunos que são agressivos, que roubam, ameaçam, intimidam ou que se drogam e/ou vendem droga e/ ou que faltam constantemente às aulas.
Os projectos são imensos e variados, têm psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, serviço de enfermagem, centros comunitários, segurança social, entre outras entidades privadas e públicas a trabalhar para este tipo de alunos!
E diz o sr. deputado que apesar de todo este esforço, dedicação e empenho das escolas, os alunos que continuam a aplicar a violência física e psicológica contra colegas, professores e funcionários não devem ser acusados ciminalmente?
Em que mundo vive este sr. deputado? Vive no mundo da fantasia, vive no mundo onde só corre ouro e mel. Ele que assista a algumas aulas de algumas escolas e que passe uma semana em alguns dos pátios de algumas escolas para conhecer a realidade, a vida real das escolas que recebem todos os alunos, sejam disciplinados ou indisciplinados, sejam de classes sociais elevadas ou mais baixas.
Eu faço-lhe uma visita guiada!!

4,6 milhões em 32 pavilhões nos parques empresariais

Está a decorrer um concurso público para a construção de 32 pavilhões nos parques empresariais da Madeira e do Porto Santo. O procedimento concursal para as infra-estruturas têm como preço base 4,6 milhões de euros.
O concurso foi lançado pela MPE - Madeira Parques Empresariais e destina-se à construção de 10 pavilhões no parque de Câmara de Lobos, 6 no de Machico e 4 em cada um dos concelhos de Porto Moniz, Camacha (Santa Cruz), Porto Santo e Santana.O critério de adjudicação definido é o da proposta economicamente mais vantajosa, depois de ponderadas várias questões técnicas.
A MPE, empresa de capitais exclusivamente públicos, foi crida em 2001, por iniciativa da vice-presidência do Governo, com o objectivo de gerir os parques de actividade empresarial da Região. De acordo com a informação da própria MPE, os "objectivos passam pela constituição de espaços delimitados e devidamente infra-estruturados de forma a facilitar a instalação de determinado tipo de actividades, com vista a estimular o espírito empresarial, favorecendo a competitividade das empresas e a captação de novos investimentos".
A construção de pavilhões para entregar aos empresários mediante uma renda foi uma decisão mais recente e teve a ver com a dificuldade na obtenção de financiamento, por parte das empresas, para construir em terrenos que não lhes pertencia. Aliás, tem havido dificuldades na legalização de muitos terrenos.
Admissibilidade aos parquesAinda de acordo com informações difundidas pela empresa, nos parques empresariais "são admitidas actividades industriais, de armazenagem, de serviços e de comércio, exercidas por entidades públicas ou privadas".
De fora ficam as "actividades que apresentem riscos consideráveis para o ambiente e/ou para a segurança de pessoas e bens, a menos que estas se revelem de elevado interesse regional ou local, sendo, neste caso, necessário, um estudo de avaliação e minimização dos impactes e dos riscos significativos, e os pareceres favoráveis da Direcção Regional do Ambiente, da Câmara Municipal e de outras entidades cujos pareceres se afigurem relevantes".
A política seguida pelo Governo com a MPE tem sido muito criticada pela oposição política regional, o que não tem demovido o Governo do rumo traçado.

In DIÁRIO-
Mais uns milhões enterrados nos parques empresariais. E Para quê? Em vez de entregarem a sua gestão às autarquias, em vez de entregarem a associações empresariais, gastam mais dinheiro no que já não tem viabilidade!
Antes de os construirem, se tivessem feito um estudo de viabilidade, se tivesse havido planeamento não esbanjavam milhões e milhões de euros do erário público nestes parques empresariais. Mas na madeira é assim, desperdiçar, esbanjar, desbaratar os dinheiros públicos é um hábito que os governantes regionais ainda não perderam.
Depois, não há dinheiro para o essencial, as prioridades sociais são atiradas para as calendas gregas!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Obra de 2,6 milhões de euros custou 3,9

Uma derrapagem de 1,2 milhões de euros foi a conclusão da auditoria feita pelo Tribunal de Contas (TC) à empreitada de construção do quartel dos Bombeiros Voluntários da Calheta.
A obra, que está no terreno há mais de cinco anos e já foi interrompida oito vezes, foi adjudicada por 2,6 milhões de euros, mas acabou por custar aos cofres da Região 3,9. "Deparamo-nos com dificuldades que não estavam previstas, mas importa realçar que a obra está praticamente terminada", reagiu ontem o secretário regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, justificando a derrapagem com a necessidade de desviar o ribeira e consolidar uma escarpa.
"Foram situações que foram encontradas já com a obra a decorrer", explicou o secretario regional à margem da inauguração da Casa do Pessoal do SESARAM (ver página sete).
Noutro plano, Jardim Ramos mostrou-se também satisfeito pela suspensão da greve dos ortopedistas, frisando que da parte do Governo sempre existia vontade para o diálogo.

In DIÁRIO

domingo, 16 de janeiro de 2011

O Clube é uma Escola, a Escola deveria ser um Clube

Por Hélder Lopes, Professor Universitário

Pensar-se que o desporto feito na escola ou no clube são coisas diferentes é um erro. Aliás dois erros - porque na escola sem optimizar a performance não conseguimos desenvolver a pessoa, no clube porque sem desenvolver a pessoa não melhoramos a performance.
A grande vantagem do desporto é que a procura de melhores resultados leva a pessoa a ultrapassar os seus limites, a transformar-se.
Quando os objectivos visados estão bem definidos as transformações dão-se no "bom sentido". Ora, como exemplo sucinto, objectivos como a capacidade de identificar os problemas e de os resolver, a montagem de estratégias ajustadas, a concentração no trabalho, o diálogo com os outros, etc. são comuns na escola e fora dela, e não só no desporto (tal como o são os objectivos errados, como o fazer batota, o fugir ao esforço e mesmo assim querer resultados, etc.).
Mas não basta definir "bons" objectivos. É preciso rendibilizar a forma de os atingir.
A título de exemplo, se desperdiçarmos cinco minutos de cada aula de Educação Física, considerando 12 anos de escolaridade com 2 aulas por semana durante 34 semanas, tal pode representar um desperdício de mais de 4000 minutos, ou seja cerca de 90 aulas de 45 minutos (isto é, mais de um ano de aulas). Ao nível do desporto com 5 treinos por semana, "é só fazer as contas"…
E não basta trabalhar mais tempo, é preciso trabalhar melhor. No desporto estamos permanentemente a avaliar, através dos resultados obtidos. Mas não basta também avaliar, é preciso avaliar bem (o que interessa).
Veja-se, por exemplo (mau), como na escola a avaliação em Educação Física está a ser contaminada pelas avaliações noutras disciplinas (uma consequência dos erros acima identificados). Tende-se a avaliar não as capacidades atingidas, mas sim a reprodução de padrões que alguns "iluminados" consideram importantes. A aplicação dos critérios do desporto (capacidades atingidas e performances obtidas), neste processo, implicaria a reformulação dos programas e da actuação de muitos docentes.
Os objectivos visados, as estratégias utilizadas, os caminhos seguidos, têm que ser um todo coerente para que haja o prazer do esforço e a rentabilização dos meios utilizados.

Mar leva aterro do Porto Novo

Estava destinado à criação de um bananal de 20 mil m2, mas as terras do aterro depositadas no Porto Novo estão a ser levadas pelo mar. A notícia é avançada na edição de domingo do DIÁRIO, que acrescenta que são graves os prejuízos ambientais. A Quercus considera que o projecto agrícola da Fajã do Porto Novo é "uma medida demagógica".

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Este governo regional não faz estudos nem sabe o que é planeamento estratégico, as suas políticas e muitos dos seus projectos seguem a direcção dos caprichos dos srs secretários e/ou de alguns dos seus amigos mais influentes. Se der resultado muito bem se não der os madeirenses que paguem a factura... ponto final. E os madeirenses pagam, com juros, e "calam-se"!!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Serrão reforça aposta na 'Convergência na Acção'

"É a altura para os partidos [da oposição] se deixarem de calculismos e individualismos e darem as mãos para criarem uma alternativa", afirmou Jacinto Serrão, esta manhã, numa conferência de imprensa em que reforçou a aposta na 'Convergência na Acção' a designação que foi dada à plataforma democrática proposta à oposição e à sociedade civil madeirense.
Serrão considera urgente "apressar o processo demcorático de substituição do regime instituído na Região". O líder socialista acusa o PSD-M de ser responsável pela situação de crise em que a Madeira se encontra e que afecta todos os sectores. Considera, também, que a "crise política regional que já ninguém consegue esconder" está a atingir as próprias instituições autonómicas, "nomeadamente o Parlamento e o Governo".
Confrontado com o facto de estarmos em ano de eleições regionais e os partidos da oposição terem programas próprios, reforçou a ideia de que a 'Convergência na Acção' não substitui as estratégias de cada partido, mas defende o cumprimento dos princípios constitucionais, "um objectivo comum a todos", garante.
Num momento em que o PSD-M tem o seu líder hospitalizado, Serrão rejeita a ideia de que este possa ser um aproveitamento da fragilidade do adversário e lembra que as soluções internas dos social-democratas não dizem respeito aos outros partidos.

Parlamento levado à “Gonçalves Zarco”

Jovens debateram temas como a violência em contexto escolar e futuro da educação.
A Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco acolheu ontem o Parlamento dos Jovens, uma iniciativa promovida pela Assembleia da República, em colaboração com outras entidades, cujo objectivo é «promover a educação para a cidadania e o interesse dos jovens pelo debate de temas de actualidade».
De acordo com Rui Cateno, presidente do conselho executivo da Gonçalves Zarco, a escola inscreveu-se nesta iniciativa por entender que este tipo de actividade é de grande interessee acima de tudo importante para os seus alunos.
Quanto ao temas levados ontem a debate, Rui Caetano disse que foram dois, o primeiro sobre a violência em contexto escolar e o segundo sobre o futuro da educação. Para o primeiro assunto foi convidada a docente na Universidade da Madeira (UMa), Luísa Soares, enquanto que o segundo foi coordenado por Luísa Antunes, também esta docente na UMa.

In Jornal da Madeira


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

José Mourinho - «Trabalhei muito para chegar aqui, mas não chego sozinho»


Parlamento dos Jovens na Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco

O Parlamento dos Jovens é organizado pela Assembleia da República, em colaboração com outras entidades, com o objectivo de promover a educação para a cidadania e o interesse dos jovens pelo debate de temas de actualidade.
Culmina com a realização de duas Sessões Nacionais na AR, preparadas ao longo do ano lectivo, com participação de deputados, designadamente da Comissão de Educação e Ciência, órgão parlamentar responsável pela orientação do programa.
Tendo em conta o grande interesse deste projecto e porque consideramos importante que os nossos alunos participem neste tipo de actividades, a nossa escola inscreveu-se nesta iniciativa do Parlamento dos Jovens, organizada pela Assembleia da República.
Enquadrado neste projecto, realizou-se, hoje, dia 10 de Janeiro, pelas 10 h, na sala de sessões da nossa escola, uma acção/debate com alunos sobre duas temáticas.

1 - Violência em contexto escolar - tema coordenado pela dra. Luísa Soares, docente na UMa.
2 - Futuro para a Educação - Tema coordenado pela dra. Luísa Antunes, docente na UMa

domingo, 9 de janeiro de 2011

Fidel Castro

Hoje, estava a tomar um café numa esplanada junto ao mar e, ao lado, ouvia uma conversa sobre Fidel Castro, o ditador. Não sei a que propósito, mas que o tema era Fidel, era mesmo.
Não falavam do Cavaco, nem do Manuel Alegre, nem do Coelho, falavam sobre Fidel Castro e o seu poder real!
Diziam que enquanto fosse vivo quem mandava era ele. Fidel Castro divide-se entre o homem e o mito. O mito vive das muitas histórias que o homem viveu. O homem, mortal, debate-se com graves problemas de saúde e, por isso, passou (?) o poder ao irmão. Passou teoricamente porque sabemos que, na verdade, é ele quem manda. Um ditador é ditador até ao fim da vida!