A minha reflexão incide no facto de as escolas privadas liderarem sempre este tipo de rankings.
O ranking tem colocado as escolas privadas nos primeiros lugares, transmitindo a ideia de que ali a qualidade do ensino é superior à do sector público.

Um excerto:
"Entramos na água (...) Depois avançamos pelo mar, defrontamo-nos com a sua magnitude no nosso corpo vigoroso. E havia sol no teu ser imortal. E mergulhaste e escorria-te depois na face a festa do mar. E mergulhámos de novo para absorver o mar todo. E vogámos à tona de água, sustentados em nosso peso no seu dorso. Depois rompemos mar fora a um aceno invisível. E a eternidade existia. E nós parámos lá longe e deitamo-nos nela. O céu era muito azul e víamo-lo por cima. Havia nele espaço bastante para a nossa abundância interior e nós olhávamo-lo como quem chega à sua própria morada que não conhecia. Flutuamos no incerto de uma grandeza divina. Senhores da terra, do tempo. Da força, do poder. Estamos no meio do mar, olhamo-lo a toda a volta e o seu mistério infinito está em nós. Depois voltamo-nos para a praia, vamos remando devagar. Às vezes olhamo-nos. O teu riso estrídulo, os cabelos molhados, o mar cai-te das pestanas para os olhos. A face húmida, a alegria vertiginosa da vida, não há morte, não há morte. Depois deitamo-nos na areia ao sol, ouvimos o mar, o fervor na caldeira do mundo. Ou não o ouvimos, há o espaço do seu rumor e nós estamos no meio dele, deitados ao sol. Não vejo agora lá ninguém, para todo o espaço ser nosso. Enchemo-lo todo, estamos bem. (...) Não temos ideias, temos só a perfeição de estar".
"Não vás. E não fui. Ainda que todo o dia, toda a vida, tivesse esperado aquele instante, único entre todos os instantes, ainda que tivesse imaginado o mundo ao pormenor depois da fronteira pequena daquele instante, não fui. Não vás. Ainda que se tivesse levantado uma cegonha a planar como um abraço que nunca demos, mas que julgámos possível, ainda que todo eu a tenha olhado, ainda que lhe tenha dito espera por mim, hoje vou buscar-te, ainda que o crepúsculo nos tenha visto onde só vão os mais sinceros, entrei neste quarto, e deitei-me nesta cama (...). Não vás. E não fui. Não me perdeste mãe. Perdi-me eu de mim próprio, desencontrei-me de mim onde nunca estive, onde nunca estarei. E não te culpo de nada, como não culpo a lua que nasce todas as noites, o sol, a terra que me puxa. Não te culpo de nada. E agora que sei onde estás, porque sempre te conheci esquecida aí, porque sempre te vi entre as ruínas de um silêncio amordaçado, aí esquecida, entre o que um dia os homens chamaram morte, entre o que um dia os homens chamaram noite e frio; agora que sei onde estás, tenho de levantar-me da cama".
Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) ao receber o prêmio Nobel da Paz disse: "(...)Eu agradeço em nome dos famintos, dos sem casas, dos leprosos, e de todas essas pessoas que se sentem não desejados, pessoas que se tornaram um fardo à sociedade e evitadas por todo o mundo".
"Em 1999, o cineasta britânico Jeremy Gilley iniciou esforços para instituir um dia anual de cessar-fogo global e não violência, depois de se aperceber que não havia qualquer data fixa para a celebração de algo tão universal como a paz.