Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) ao receber o prêmio Nobel da Paz disse: "(...)Eu agradeço em nome dos famintos, dos sem casas, dos leprosos, e de todas essas pessoas que se sentem não desejados, pessoas que se tornaram um fardo à sociedade e evitadas por todo o mundo". "As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as mesmo assim! Se você tem sucesso nas suas realizações, ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso mesmo assim! O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem mesmo assim! A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto e franco mesmo assim! Aquilo que você levou anos para construir pode ser destruído de um dia para o outro.
Ame-as mesmo assim! Se você tem sucesso nas suas realizações, ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso mesmo assim! O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem mesmo assim! A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto e franco mesmo assim! Aquilo que você levou anos para construir pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa mesmo assim! Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda, mas alguns podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os mesmo assim! Se você der ao mundo o melhor de si mesmo, você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor. Mesmo assim!"
Ajude-os mesmo assim! Se você der ao mundo o melhor de si mesmo, você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor. Mesmo assim!"
(Texto afixado sobre o muro de Shishu Bhavan, o lar das crianças da Madre Tereza, em Calcutá)
