sexta-feira, 4 de abril de 2008

Desemprego nos Estados Unidos

O mundo atravessa uma crise sem precedentes. Não consigo perceber a lógica das políticas que gerem as sociedades de hoje. Se há tanto desenvolvimento, se existe cada vez mais meios tecnológicos, se as sociedades conquistaram o acesso ao conhecimento, à formação e à informação, se há gente com mais e melhores competências, por que razão o desemprego invade, com tanta força, a vida dos cidadãos?

Hoje, em cada recanto do mundo, o desemprego é um problema gravíssimo e sem soluções à vista.

Segundo Sara Gamito, do Diário Económico, os Estados Unidos perdem 80 mil empregos no último mês. Incrível!
Refere ainda que "a perda de postos de trabalho e a taxa de desemprego nos EUA subiram para um novo máximo desde Setembro de 2005, demonstrando que a maior economia do mundo pode já estar em recessão.
O número de novos desempregados nos Estados Unidos atingiu os 80 mil em Março, depois da perda de 78 mil postos de trabalho em Fevereiro, uma soma superior ao então anunciado, admitiu, em Washington, o Departamento do Trabalho norte-americano.
Um inquérito da Bloomberg a economistas apontava apenas para um corte de 50 mil empregos. No entanto, a taxa de desemprego nos EUA acabou por subir 4,8% para os 5,1% em Março.
O desemprego tem vindo a abalar a confiança dos consumidores, contribuindo para o abrandamento do consumo, que praticamente estabilizou."

2 comentários:

Alexandro Pestana - www.miradouro.pt disse...

provavelmente o problema é que a forte evolução tecnológica e a fraca formação das pessoas faça com que os valores do desemprego disparem pois antigamente as fábricas precisavam de muita coisa feita à mão, hoje em dia as máquinas e os sistemas robotizados/informatizados, dispensam muitos empregados. Basta um par de tecnicos e outro par de engenheiros e lá está tudo a funcionar....

nanda disse...

Provavelmente será uma fase de pronuncia sobre o terminar do capitalismo. Um dia este sistema económico terá o seu fim, como os outros, que a história nos ensina.
Será que a humanidade terá força para se recompor rapidamente?