terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Sem tempo...

Neste momento, a minha vida anda demasiado preenchida. Não tenho tido tempo para actualizar o blogue.
Na escola, o ensino recorrente entrou em exames. A nível pessoal, assumi uma série de responsabilidades inadiáveis, mais os afazeres políticos e fiquei com o tempo demasiado limitado.
Mas hei-de voltar o mais breve possível à regularidade do meu blogue.

sábado, 19 de janeiro de 2008

As minhas poesias

Sem manhã


Quando a hora é a do irmos contra a colisão do fim
vergados à autoridade

de um sol frio

tentamos logo enganar esse tempo

íngreme
que viola a interioridade da luz e nos retira

o halo da manhã.

-
Rui Caetano

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Deputados do PSD-M na República traíram a Madeira?




Os deputados do PSD-M na Assembleia da República não votaram a favor da moção de censura do BE contra o Governo do PS?
Então, quer dizer que o Governo do PS está a governar bem? Então, estes senhores do PSD-M gritaram tanto, espernearam tanto, ameaçaram tanto, desesperaram tanto e, no fim, não seguiram as indicações do chefe de cá, para votarem a favor da moção de censura, e cederam às exigências do PSD do Continente?
Então, esta atitude não foi uma traição à Madeira e aos madeirenses que os elegeram? Então, estes senhores estão no Continente a defender os seus interesses pessoais? Quando é que lhes vão retirar a confiança política?
Estes senhores deputados do PSD-M, eleitos para a Assembleia da República, são covardes, subservientes, acomodados, traidores ou demagogos?
Tiveram uma oportunidade de demonstrar que estavam contra as políticas do governo do PS, mas o seu voto veio dizer que, apesar do barulho que têm feito, concordam com as políticas socialistas.
Devem uma justificação a todos os madeirenses. A partir de agora, se tiverem vergonha, devem estar calados.

Parques Empresariais vazios?

Na Madeira, os parques empresariais estão vazios. Só passados 4 anos da sua conclusão, a empresa que gere (?) estas infra-estruturas lembrou-se de pedir às Câmaras uma declaração de interesse municipal com o objectivo de os isentar de taxas.
Mas o mais vergonhoso e injustificável é que os diversos projectos apresentados pelas empresas para se instalarem nos referidos parques têm sido indeferidos pelas autarquias, porque os terrenos ainda não estão legalizados. Passados 4 anos, os processos de loteamentos não estão concluídos. Incrível!
O que andam a fazer os senhores gestores desta Madeira Parques? Parece que andam a brincar com os madeirenses.
Em 2006, foi-lhes concedido pelo Governo Regional 5 milhões de euros em avales. Para 2008 já lhes foi concedido mais 10 milhões de euros de avales.
Se juntarmos os milhões que receberam da UE mais os do Governo Regional e mais as dívidas que, em 2005, se encontravam nos 26 milhões de euros, concluímos que a situação é demasiado grave.
No entanto, apesar do Tribunal de Contas já ter identificado algumas irregularidades, a verdade é que nada mudou e os avales continuam a chegar!
Onde anda todo este dinheiro do erário público?
Alguns dos parques empresariais têm servido para o pasto das vaquinhas e cabrinhas!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Novamente a INDEPENDÊNCIA da Madeira!


Data: 16-01-2008 - O Diário de Notícias da Madeira noticiou o seguinte:
Jardim pela independência se for a vontade do povo
prefere princípio
da unidade diferenciada, mas não afasta outras soluções

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"Se o povo madeirense amanhã quiser a independência, o meu lugar é ao lado do povo".

O presidente do Governo Regional e líder do PSD-Madeira não podia ser mais claro. A declaração pró-independentista proferida por Alberto João Jardim foi acolhida com simpatia e até apoio pelo líder do PSD-Açores, Carlos Costa Neves, com que esteve reunido ao início da tarde de ontem, na Quinta Vigia.
-
Perante estas declarações não vale a pena escrever qualquer comentário. Pois, é mais do mesmo.

Rigor e contenção nas contas públicas!!

O sr. Jordi Pujol, ex presidente da Catalunha, com quem o dr. Alberto João Jardim quer aprender muito, segundo disse, durante a conferência organizada pelo BANIF, criticou o dr. Alberto João Jardim e o seu governo. Considerou um erro político o modelo de desenvolvimento imposto pelo PSD-M aos madeirenses.
Afirmou que através da aposta na construção e na imobiliária não se garantem as bases, a sustentabilidade e a competitividade da economia. Mas não ficou por aqui, defendeu ainda que se torna inevitável o rigor orçamental das contas públicas.
O dr. Alberto João vai aprender com o seu ídolo nacionalista como é que se governa com responsabilidade ou só quer conhecer as melhores formas de conquistar a independência da Madeira?

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Abram já um concurso público!!

O Diário de Notícias informou e o meu amigo Carlos Pereira reagiu no seu blogue, Apontamentos Sem Nome, e muito bem, afirmando que havia bronca na ACIF com a demissão, ou ameaça de demissão, do presidente, Francisco Santos.
Não há problema Carlos, o Roberto Silva, presidente da Associação dos Municípios da Madeira(AMRAM), já encontrou a solução: abrir um concurso público para que seja uma empresa a gerir os destinos da ACIF.
Pois, como se vê, os senhores comissários políticos do PSD não sabem governar em ambiente democrático.

Jordi Pujol e Alberto João Jardim!

Está na Madeira Jordi Pujol que foi presidente da Região Autónoma da Catalunha durante 23 anos. Vem à região para proferir uma conferência sobre economia a convite do BANIF.
À chegada, foi recebido por Alberto João Jardim que o considerou o pai fundador da Assembleia das Regiões da Europa e acrescentou que, quando está junto dele, está sempre a aprender e não se esquecerá de ler as suas memórias para aprender ainda mais.
Ora, o sr. presidente do Governo Regional, dr. Alberto João Jardim, deveria aproveitar a oportunidade e pedir ao sr. Jordi Pujol que lhe ensine a história de Espanha e da Catalunha em particular para que perceba, de uma vez por todas, as diferenças históricas e culturais daquele povo em relação à Madeira. São duas realidades incomparáveis!
E deixe de levar o discurso da independência a todo o lugar que vá, porque só serve para envergonhar os madeirenses!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

As minhas poesias


Os dias


Os dias não se desvanecem
enquanto o vento nunca se afasta

os dias não se apagam no furor das vagas
ao encontro do canto das gaivotas

os dias não morrem

e se o calor do sol adormecer na esquina das trevas
entre os lençóis negros das nuvens
os dias continuam a não morrer

os dias não morrem quando o verde
vivo da natureza se atira contra o murmúrio da terra ...

porque auscultam sempre o eco dos séculos
porque vêem sempre a magia acesa na face oculta do teu rosto
os dias não morrem.

-
Rui Caetano

sábado, 12 de janeiro de 2008

Câmaras contratam uma empresa para lhes ensinar a gerir!!

Os Presidentes de Câmara da Madeira, todos do PSD, estão desesperados. Geriram mal os seus orçamentos, esbanjaram os recursos, desperdiçaram os apoios de milhões que receberam e agora estão com problemas graves.
Habituaram-se a receber milhões e milhões de euros sem dar contas a ninguém, gastavam sem rigor nem contenção.
Com a nova Lei das Finanças Locais, chegou aos seus gabinetes a lei do rigor e da contenção.
Perante estas exigências, que deveria ser a prática corrente, os presidentes vêm dizer que não sabem governar as suas autarquias.
A cada dia que passa, estes senhores, eleitos pelo povo, demonstram a sua incapacidade em gerir os destinos dos seus concelhos.
Ora, a última ideia brilhante veio do seio da Associação de Municípios da Madeira (AMRAM). Lançaram um concurso público com o objectivo de contratarem uma empresa que lhes dê ideias e soluções para os problemas financeiros dos municípios.
Segundo disseram, em conferência de imprensa, pretendem saber também como é que poderão arrecadar mais fundos. Querem que esta empresa lhes diga com que apoios podem vir a beneficiar, quais as verbas que, neste momento, têm e quais os valores que cada autarquia aplica para as diversas situações.
Sendo assim e neste ritmo de contratar e constituir empresas para gerirem os diversos sectores das autarquias, qualquer dia, os presidentes e os seus assessores serão dispensados.
Então, para que foram eleitos os presidentes de Câmara? O que fazem os seus assessores, os seus técnicos e restante pessoal? São todos incompetentes?
Não têm formação, nem perfil, nem sensibilidade para as questões relacionadas com o poder local? Não sabem estudar soluções para os problemas? Será que só sabem fazer o que os irmãos Rómulo e Remo estão a fazer à loba capitolina?
Esta medida anunciada pelo presidente da AMRAM, Roberto Silva, vem demonstrar, uma vez mais, que as Câmaras estão nas mãos de gente do PSD que não sabe o que fazer.
Esta iniciativa vem passar um atestado de menoridade a eles próprios, vem trazer um testemunho de inabilidade profunda sem remédio à vista.
Vão novamente desperdiçar os poucos recursos das Câmaras com uma empresa que irá fazer o trabalho que era da exclusiva competência dos executivos, dos órgãos deliberativos e de todos os restantes responsáveis políticos e técnicos das autarquias.
Será que um dia os madeirenses vão acordar a tempo de perceberem, muito bem, o mundo que os rodeia?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Aumento das passagens aéreas!


Já nenhum madeirense acredita que um dia pagará por uma viagem ao Continente uma quantia acessível aos seus bolsos. Pois, se com um Secretário de Estado do Turismo madeirense ainda não conseguimos essa conquista, então quando será?
Depois das entidades governativas apresentarem a grande ideia da liberalização e a possível descida dos preços das viagens aéreas entre as Ilhas e o Continente, a grande medida da TAP foi aumentar novamente o preço das Viagens? Até parece que estão a brincar connosco!
Mais uma vez, considero que o Governo Regional e o da República deveriam resolver esta situação. O problema não é apenas de um lado é de ambos.
Hoje, um residente na Madeira já paga 238 euros por uma passagem aérea de ida e volta.
O Diário de Notícias fez um estudo interessante sobre o custo real de uma passagem aérea que nos faz reflectir.

Taxa de segurança - 8,06 euros

Taxa aeroportuária - 21,57 euros

Taxa de combustível - 36 euros

Taxa de emissão do bilhete - 20 euros


Acrescentando o facto do preço base de um bilhete com possibilidade de ser alterado no regresso ser de 151 euros, temos um total de 237,53 euros.
As companhias aéreas recebem uma compensação de cerca de 110 euros da parte do Governo da República. Estes dados indicam-nos que um bilhete de passageiro de residente tem um custo real e total de 347,53 euros.
É triste, mas é a realidade. E desta forma não está, de modo nenhum, garantida a continuidade territorial das Ilhas portuguesas.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Postura do PSD-M na Assembleia Legislativa da Madeira.

Segundo me contaram, ontem, mais uma vez, o PSD-M, através do seu presidente do grupo parlamentar, utilizou os argumentos da ofensa pessoal, da linguagem baixa e sem nível, para atacar os deputados do PS-M. O presidente da Assembleia, com medo de não voltar a ser eleito, subserviente, não actuou, aliás, como tem feito sempre.
O exercício da política por parte do PSD-M está longe do nível e das exigências de um regime democrático.
A imagem da Assembleia Legislativa da Madeira e, por consequência, dos deputados e da política está bastante degradada, por culpa destas posturas do PSD-M.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

O referendo ao Tratado de Lisboa

Discordo da decisão do primeiro-ministro em não referendar o Tratado de Lisboa. Em meu entender, trata-se de um erro estratégico, ainda mais quando a vitória do sim estava praticamente garantida.
A simples ratificação do Tratado de Lisboa no Parlamento sabe a pouco. Com um referendo, haveria a oportunidade dos portugueses discutirem, reflectirem e conhecerem, entre outras questões fundamentais, as novas responsabilidades desencadeadas com a assinatura do Tratado de Lisboa.
Seria também uma forma de se lançar no país um debate sério e esclarecedor entre grupos de cidadãos e os partidos políticos europeístas e anti-europeístas.

Como o PS e o PSD apoiam o Tratado de Lisboa, como já afirmei, a vitória do sim no referendo estava garantida. Assim, os partidos da esquerda, BE e PCP, ficariam isolados nas suas opções anti-europeístas. Quanto ao CDS, ainda não percebi se votariam sim ou não no referendo.

Apesar de compreender os argumentos apresentados pelo primeiro-ministro e pelo Presidente da República, considero que Portugal só teria a ganhar se fizesse o referendo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Presidentes de Junta de freguesia

Os presidentes de junta de freguesia da Madeira e do Continente estão revoltados pelo facto da proposta de alteração da lei eleitoral dos órgãos das autarquias locais retirar-lhes a possibilidade de votarem as opções do Plano e do Orçamento das Câmaras, bem como as respectivas revisões.
Também não podem votar moções de rejeição dos executivos apresentados pelo presidente de Câmara. Esta proposta, elaborada pelos grupos parlamentares do PSD e PS, veio trazer uma melhor qualidade democrática às Assembleias Municipais.
Os presidentes de junta votam nas Assembleias Municipais, embora não tenham sido eleitos pelo povo para fazerem parte desse órgão autárquico. São eleitos em boletins diferentes para as freguesias apenas. Integram a AM por inerência e, no meu entender, por isso mesmo, não devem ter o direito de votar.
Acontece situações em que estes autarcas vêm alterar as maiorias eleitas pelo povo na AM. Há partidos que possuem a maioria dos deputados municipais eleitos, mas com o voto iligítimo dos presidentes de junta, que não foram eleitos, a maioria altera-se condicionando e deturpando a verdade democrática.
Em defesa do princípio básico da qualidade democrática, quando alguém faz parte de um qualquer órgão por inerência não deve ter a possibilidade de votar.
O mais grave é quando o presidente da ANAFRE, Associacçao Nacional de Freguesias, vem dizer que esta proposta "aniquila o principal papel dos presidentes de Junta no seio das Assembleias Municipais".
Então, a sua participação na AM limita-se ao voto, nada mais? Não estão ali para defender os interesses das populações das freguesias? Não apresentam ideias, soluções para os problemas, sugestões para os planos e orçamentos? A sua única função é votar, sem apresentar propostas?
Na Madeira, por aquilo que vejo e pelo que me informaram, os presidentes de junta do PSD-M entram mudos e saem calados das Assembleias Municipais, votam o que lhes mandam e mais nada.
Não defendem a freguesia, não apresentam alternativas nem abordam os reais problemas das freguesias, isto é, não fazem nada.
A nova lei vem corrigir esta injustiça.

sábado, 5 de janeiro de 2008

As minhas poesias


Sonhos

Confiamos os sonhos à estrela mais distante do Universo
para que não corram o risco de se quebrarem no esgaçar
da realidade
aquela mesma realidade sentida
num grão de areia

mas também se o grão de areia se transforma em apenas
sonho
choramos porque o borboletear dos dias
se transforma num chão de ilusões!
-
Rui Caetano

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

O Jornal da Madeira DÁ QUE PENSAR!!

Novamente o Jornal da Madeira.
Ouvi ontem mais algumas informações sobre a realidade financeira do Jornal, aquele que se pode adquirir gratuitamente, mas que pagamos através dos nossos impostos, e bem.
Ora, o referido Jornal da Madeira, um projecto político do PSD-M, tem um passivo de 25 milhões de euros, recebe do Governo Regional mais de 10 mil euros por dia (em moeda antiga, dois mil e duzentos contos, por dia), o que dá, anualmente, um subsídio de 4 milhões de euros.
Afinal, a Madeira não atravessa nenhuma crise financeira, se o Governo Regional tem 4 milhões de euros para desperdiçar com um projecto político-partidário, como é o Jornal, é porque tem muito dinheiro para gastar. Ou não é assim?
Enquanto os madeirenses trabalham de sol a sol, enquanto o Governo Regional vai pedindo sacrifícios aos madeirenses, acusando os outros pelos nossos problemas, a verdade, clarinha como água, é que o único responsável pelas nossas dificuldades é o irresponsável do Governo Regional que só sabe esbanjar.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Os ordenados exorbitantes!

Os presidentes das empresas públicas da Madeira recebem, em média, um salário de 5.055 euros mensais, entre o ordenado e despesas de representação.
Alguns até têm direito a prémios de gestão que variam entre os 7.500 e 9.000 euros anuais.
Os trabalhadores madeirenses ganham em média 663 euros mensais, enquanto a nível nacional, o salário médio é de 720 euros. Esta é que é a verdadeira realidade do povo!
Será ou não será que estes rendimentos dos gestores das empresas públicas da Madeira e, naturalmente, do Continente são uma afronta aos restantes portugueses?
São ou não são ordenados injustificados e desproporcionados, como disse o Presidente da República?
Mas, já agora, o que faz e o que fez ele para mudar esta realidade?

O Governo Regional rouba a pista de atletismo dos Barreiros aos funchalenses!

No ano em que o concelho do Funchal comemora 500 anos, os funchalenses recebem como presente do Governo Regional a destruição da única pista de atletismo existente no Concelho.
O Governo Regional rouba a pista de atletismo dos Barreiros aos madeirenses e a Câmara do Funchal permanece calada.
Existem no Funchal 512 atletas federados em atletismo, pertencentes a 14 clubes com sede neste Concelho. A média de ocupação da pista de atletismo é de 50 mil utilizações por ano, juntando federados e público em geral.
Dos restantes 9 clubes espalhados pela região, 8 vêm treinar e participar em provas na pista dos Barreiros. Até os da Ribeira Brava que têm uma pista em casa, na Meia Légua, preferem dirigir-se ao Funchal.
O Governo Regional decide oferecer o Estádio dos Barreiros ao Marítimo, mas não salvaguarda a continuação da única pista de atletismo que é também um símbolo da Região.
O Estádio dos Barreiros não tem apenas significado para o futebol profissional, também o tem para o Atletismo.
Estranho o silêncio da Câmara Municipal do Funchal. Porque será que estão calados? Que os clubes e associações se calem ainda compreendo, pois sabemos da situação financeira e da sua dependência, contudo, os autarcas foram eleitos para defender os interesses dos munícipes e do Concelho.
A única alternativa àquela pista de atletismo só pode ser a pista do Estádio dos Barreiros. Não há condições económicas para construir outra pista quando já existe uma.
É mais um acto de irresponsabilidade, é mais um comportamento que leva ao desperdício e ao esbanjamento dos dinheiros públicos.
Embora já se tenha falado da hipótese dos terrenos do campo anexo ao complexo do Marítimo em Santo António, bem como do campo do RIF (Regimento de Infantaria) ou ainda a alternativa dos terrenos já expropriados na Praia Formosa, considero que a única alternativa aceitável é a pista já existente nos Barreiros.
Haja responsabilidade!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Jornal da Madeira gratuito!

O Jornal da Madeira, com 76 anos de existência, passa a ser distribuído gratuitamente a partir de hoje, 2 de Janeiro.
O Governo Regional possui 99% do seu capital social e entrega-lhes todos os anos 4 milhões de euros do erário público. Pois é, 4 milhões de euros todos os anos.
Ora, perante estes números, suportados por todos nós, o Jornal da Madeira de gratuito não tem nada, além de ferir as regras de mercado nesta área da comunicação social.
Além de representar mais um panfleto partidário do PSD-M e do Governo Regional, que custa 10 mil euros diários aos bolsos dos madeirenses, é mais um exemplo dos vergonhosos desperdícios do Governo Regional.

Quercus leva 'dossier' ao Procurador-Geral da República?

Afinal não é só o PS-Madeira que entrega ao Procurador-Geral da República documentos a denunciar irregularidades graves na Região Autónoma da Madeira.
Segundo li, ontem, no Diário de Notícias da Madeira, uma delegação da associação ambientalista Quercus, já esta semana, vai levar ao conhecimento do Procurador, Pinto Monteiro, várias situações decorrentes de alegadas violações de planos de ordenamento.
Por exemplo: violações ao PDM do Funchal, à construção em Rede Natura 2000 (Quinta do Lorde - Caniçal) e às mais recentes violações na Fajã da Rocha Baixo, Santana.
Então, mais uma vez, parece que o dr. João Carlos Gouveia, presidente do PS-Madeira, tinha razão quando mandou entregar um dossier ao mesmo Procurador sobre situações alegadamente ilegais na Madeira.