sábado, 29 de março de 2008

A história repete-se?

Lembrei-me de um artigo de opinião de Ana Sá Lopes escrito em 1999.
A hstória repete-se? Mas há eleições nacionais no próximo ano!!

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por ANA SÁ LOPES
Sábado, 31 de Julho de 1999
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A primeira "descoberta" de António Guterres quando chegou à liderança do PS foi o défice democrático na Madeira. No Inverno de 92, com o Pavilhão dos Desportos a aplaudir o discurso da vitória sobre Jorge Sampaio, Guterres prometeu um duro combate ao "jardinismo". Foi o acontecimento da época: pela primeira vez, a oposição parecia ousar a afronta a Alberto João Jardim.
Durante um ano - talvez nem isso - a Madeira esteve no epicentro da guerra PS-PSD. Sucediam-se os episódios edificantes: Guterres era a "mula da cooperativa" (Alberto João dixit) e o presidente do Governo Regional da Madeira um "Bokassa", por sugestão de Jaime Gama, que por sua vez, foi qualificado como "uma coisa gorda e viscosa", pela voz de Duarte Lima.
Tantos anos passados, o que sobrou da polémica foi nada. O PS depressa se apercebeu que o melhor era deixar cair a "bandeira" porque não rendia um voto. O "défice democrático" foi metido na gaveta do socialismo e ninguém mais falou do assunto.
Quando chegou ao Governo, o silêncio do PS prolongou-se. Jardim, de resto, passou a ser mais bem tratado depois da saída de Cavaco Silva, com quem nunca teve boas relações - não eram os défices democráticos de Jardim que irritavam particularmente o ex-primeiro-ministro, mas o défice da conta da Madeira."
(...)

11 comentários:

BaBy_BoY_sWiM disse...

E agora amigo Rui, como é?! Até o Jaime Gama considera que isto é que é...

O Profeta disse...

Esta é a alma que voa de um Profeta
Ao encontro do teu sentimento
Este é o sal de alva espuma
Que te ofereço e diadema de espanto…

Olhos de alma, da tua alma
Quero-os no cais da minha chegada
Espero por ti em manto de ternura
No encontro da minha caminhada


Bom fim de semana
Abraço

Anónimo disse...

Sexta-feira, na sessão solene do XI congresso da Associação Nacional de Freguesias, Jaime Gama afirmou que a Madeira tem em Alberto João Jardim "um exemplo supremo na vida democrática do que é um político combativo".

Disse ainda que a Região Autónoma da Madeira é "um trabalho notável, é uma conquista extraordinária, é uma obra impar e isso deve ser reconhecido".

Jeniffer Santos disse...

agora jah sei onde me atualizarei sobre politica xD


beijos ^^

O Profeta disse...

Esta é a alma que voa de um Profeta
Ao encontro do teu sentimento
Este é o sal de alva espuma
Que te ofereço e diadema de espanto…

Olhos de alma, da tua alma
Quero-os no cais da minha chegada
Espero por ti em manto de ternura
No encontro da minha caminhada


Bom domingo

Abraço

elvira carvalho disse...

A merecer reflexão.
Um abraço e uma boa semana

MalucaResponsavel disse...

cm é q há-de este país sair desta lama onde se enfiou??? este txt, ja com alguns anos, e q, de certa forma, é actual, merece reflexao... para onde caminhamos?

Rose disse...

Tenha uma boa semana, e que coisas boas aconteçam.
Aqui a dengue está "pegando".
Bjs.

natureza disse...

Que falar? a não ser muito obrigada
Por existirem blogs com este teor!
parabéns, abraços

amsf disse...

O PS quando souber da vinda de alguma figura nacional do partido ou do governo deverá fazer um apanhado das suas declarações sobre o AJJ ou deste sobre aquele e enviar-lhe para que ele tenha vergonha na cara e não entre em contradição!

Não seria má ideia enviar (simbólicamente) as chaves das várias sedes do PS/M da Madeira (Concelhias], devidamente identificadas com o nome do Concelho, para o Largo do Rato e a pedir que as entreguem ao Jaime Gama e ao Almeida Santos.

Não me admirava nada que o Jaime Gama tivesse recebido um dossier (do PSD/M)pouco abonatório sobre a sua vida privada (sexual)!

Anónimo disse...

Relatório sobre pluralismo político-partidário
ERC: PSD é sub-representado e PS "apagado", como partido autónomo do Governo, na RTP
31.03.2008 - 18h03 Lusa
O PSD é sistematicamente sub-representado nos blocos informativos da RTP enquanto o PS é "apagado" como partido autónomo do Governo, conclui o relatório sobre pluralismo político-partidário que o organismo regulador apresentou hoje ao Parlamento.

De acordo com o relatório sobre pluralismo político-partidário na RTP, que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) entregou hoje à Assembleia da República, é "detectável um relativo excesso de presença do Governo e PS", sendo também "sistemática a sub-representação do PSD nos diferentes serviços de programas da RTP".

O documento adianta ainda que "a presença do Governo apaga a presença do PS enquanto partido da maioria, na informação do serviço público de televisão".